Livros Escritos

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Trabalho

Eu vejo a coisa assim; realmente se isolar não é bom. Mas, em determinadas situações ou o trabalho sai como quero ou não participo.
Veja bem, uma das coisas que tenho deparado no plano extrafísico é justamente o que fazer com o modelo de estudo da consciência intitulado Conscienciologia tal qual é aplicado pelo Waldo, Foz, IIPC e similares.
Podem conferir com meus apontamentos no blog a respeito de minha participação no mundo extrafísico que naquele ambiente a consciência se comporta de outra maneira bem diferente de quando está interiorizada no corpo físico. Esse modelo de estudo da consciência pode servir para o mundo físico e tal estudo entra em conflito com minha proposta que é o estudo da consciência projetada tal qual estivesse vivendo no intrafísico do psicossoma e aqui, seria o período intermissivo, visto que ao morrermos só vamos reter cerca de 0,02% do que aprendemos aqui, ou seja, no mundo físico.
Então para que estudar tanto? Não tem lógica.
Só porque o Waldo diz que é assim? E tem que ser assim?
É um equivoco muito grande estudar a consciência manifestada partindo do mundo físico. Isso é fato!
Em termos de respeito considero o Waldo um dos melhores paranormais do mundo em atividade. Ele é bom demais. No entanto, o que eu disse aqui realmente precisava ser dito, ninguém é perfeito. O destempero dele com as pessoas já estava num nível alarmante. Usar a questão do esclarecimento para humilhar as pessoas não justifica. Uma educadora faz o trabalho de esclarecimento no aluno. No entanto, não humilha. Agora vamos ver se ele baixa um pouco a bola para que possamos nos entender melhor.
Mesmo gostando dele, minhas desavenças vem desde há muito tempo. Apenas trocamos de corpos quando morremos. Isso é milenar.
O que desejo neste momento é que seja feliz com sua esposa. Que a ame e a faça feliz. Que seja romântico, porque toda mulher gosta de homem romântico e aproveite melhor a vida.
No que diz respeito a minha volta não acredito que isso vá acontecer, pois, vejo lá muito material de estudo que o tempo se encarregou de superar e não faz sentido algum bater no mesmo assunto
E você tem razão quando diz que o CEAEC precisa de paranormais. E como precisa.
Quanto ao trabalho que você sugere, pensei nisso hoje e vejo que é possível realizar.
Começaríamos com pequeno grupo e nos reuniríamos todo mês par. Poderia ser Curitiba, Florianópolis ou São Paulo. Determinaríamos a princípio a linha de experimentos e estudo. Depois cada um voltaria para casa e daria início à tomada do trabalho. Depois dali a cada dois meses nos reuniríamos, tiraríamos as dúvidas e faríamos novos experimentos. Seria um grupo pequeno com gente interessada na proposta.
Chegaríamos cedo para os experimentos e após o jantar cada um voltaria para casa.
De início teríamos você, Fernando Sabino caso ele se interessar, Beth e Clarice. Também se aceitarem. Não as conheço pessoalmente, mas confio nelas.
Basicamente seria isso.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Avaliações

Novamente aqui com meus artigos, devo dizer que estive sem escrever durante esse tempo todo justamente para fazer avaliações segura do meu trabalho.
Saber que ele tem contribuído para auxiliar alguém a buscar respostas para sanar dúvidas e apresentar algo novo para pesquisa.
Recebi vários emails contatando-me do meu sumiço. Acredito que muitas pessoas não me conhecem direito, pois, não gosto de criar grupos, isso realmente não é bom. Cria vínculos de dependência e gosto de ver as pessoas desfrutando de total liberdade.
Tive também problemas de saúde. Minha glicemia chegou a 381 e senti que mesmo não podendo comer doce ou refrigerante sem “açúcar” havia chegado o momento de zerar tudo.
Voltei a fazer exercício e andar pelo menos dois km por dia e sinto-me bem melhor.
Voltando ao que interessa devo dizer a vocês para não deixar de avaliar minha sugestão no tocante as projeções no Corpo de Bombeiros do plano extrafísico. Isso tendo em vista que em determinadas situações, apresento-me com graduações distintas que variam de 3º. Sargento a Subtenente.
E por que digo isso?
Justamente pelo fato que a consciência não se adapta ao modo que nós nos comportamos no plano físico, ou seja, lá somos outra pessoa. Ela (a consciência) julga e modifica nosso status da maneira que mais se adapta a situação. Então, voltando ao que sempre digo aqui, o segredo está na adaptação da pessoa no mundo extrafísico. Adaptação, isso é tudo.
Tive uma “conversa” com minha consciência no sentido que me poupasse de tantas projeções lúcidas por noite. Ocorriam cerca de três a quatro projeções por noite e preciso ficar mais centrado no plano físico, pois, tenho minhas obrigações no trabalho. Na verdade elas já estavam influindo na minha vida.
Depois desse “pedido” minha consciência entendeu e tem me poupado. Ela reduziu minhas manifestações lúcidas não tão importantes. Isso tem me ajudado bastante.
No meu trabalho continuo atendendo e resolvendo casos de pensionistas e colegas aposentados. É algo que só me traz alegria, pois, atender viúvas de meus colegas que já partiram é como se eu estivesse ainda com eles.
A vida não é só questão relacionada à paranormalidade, é preciso evoluir no campo profissional e é isso que estou fazendo.
Quanto aos artigos eu farei aos sábados e durante a semana terei tempo para terminar o Junos e trabalhar em outro livro.
Preciso também entender melhor como se comporta a questão das bandas, pois, é algo extremamente difícil de entender.
Isso é tudo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Análise Dos Últimos Experimentos

No primeiro experimento assim que começo a escalar a montanha e depois volitando, noto que uma penumbra se faz presente.
Adentrando no imóvel vejo apenas fotos dos filhos do homem que foi casado com minha mãe e dos filhos dele. Não vejo foto dela.
Quando ele surge à minha frente noto a mesma pessoa de antes. Porém, eu já não nutria aquele sentimento de revanche em relação a ele por ter aprontado tanto a minha mãe. Para mim, eu sentia apenas sentimento de indiferença. Nada mais que isso.
No segundo experimento ela apresentava outro corpo e com uma pessoa que lhe trazia felicidade. Talvez isso tem relação a outras vidas que tenham vivido.
Agora ele se apresentava tal como é em sua vida extrafísica.
Outro detalhe é o seguinte: por que ela dedica algum tempo com o homem que nunca lhe foi fiel?
Justamente pelo fato dela ter sido sua última esposa na vida intrafísica e ainda possuir laços de ternura que a mantém vigilante em relação aquele homem. Por algum tempo ela faz visitas a ele e espera que encontre alguém para ter novo relacionamento.
Observações: o pessoal que acompanha este blog é também importante que discutam também assuntos que aparentemente não lhes interessa, pois, o que é irrelevante hoje, amanhã pode ser de grande valia. Discutir o que já conhece é chover o molhado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Nova Projeção de Consciência Com Minha Mãe

Três dias após a última projeção aconteceu esta que narro logo abaixo.
Desta vez eu estava com ela em outra casa e sentados à mesa, conversávamos. O ambiente era de total descontração. Ela, por sua vez apresentava outra aparência. Estava com mais idade. A seu lado estava outro companheiro. Eles demonstravam total descontração.
Eu por minha vez agia como se nada tivesse acontecido em que eu a vi na última projeção apresentando idade aproximada de vinte e sete anos, tal como a conheci quando estávamos ainda na cidade que nasci.
O ambiente era de total felicidade e brindávamos pelo nosso reencontro numa sala com total luminosidade.
E assim ficamos por algum tempo até que minha consciência resolveu por bem não registrar mais algum fato.
No dia seguinte desperto o físico e vou para o trabalho.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Projeções

Ontem 13Nov2011, tive três projeções lúcidas até o despertar. A primeira delas foi com minha mãe desta vida. E outra projeção anteontem também lúcida.
Desde que minha mãe faleceu há aproximadamente dezessete anos e durante um bom tempo não a incomodei, permitindo com isso que ela se restabelecesse. E somente agora comecei procurá-la no sentido de ver se estava bem. Ontem, firmei o pensamento para atingir o objetivo.
Logo após recolher-me ao leito recupero a consciência num plano e a idéia era ir até onde ela estava. No entanto, mesmo sabendo disso, preferi percorrer o caminho de modo natural, isto é, não empregando a volitação.
Eu estava frente a uma cordilheira de montanhas com rochas visivelmente expostas e sobrepostas uma após outra. As rochas tinham espessura do corpo de homem apresentando vãos entre elas. Começando a subir por elas notava que estava escalando uma montanha.
Depois de algum tempo percebi que iria levar muito tempo até para chegar à casa de minha mãe. Então resolvi empregar a volitação, mesmo sabendo que nesse estado perde-se muito detalhe do experimento. Isso porque a volitação é instrumento de transporte rápido para os padrões terrestres. Mas, não havia outra maneira, pois, eu poderia despertar no corpo físico a qualquer momento e isso prejudicaria meu intento.
Subindo em direção a casa logo chego e adentro por uma abertura localizada em determinado ponto da fenda. Estando na sala do imóvel, vejo uma estante e me aproximo. Nela há algumas fotos em porta retratos. Examino e vejo que existem fotos dos filhos do segundo marido de minha mãe e da filha dele.
Percebendo minha presença minha mãe aproxima-se de mim procurando ter contato numa conversa. Entretanto, não demonstra qualquer sentimento aparente ao ver-me. Mas, de apenas de algum conhecido e isso é assim mesmo no plano extrafísico. Lá, determinados laços de afetividade terrestre praticamente não existe.
Ela chegou e começamos a conversar. Tão logo isso aconteceu surge o segundo marido dela que passa por mim sem cumprimentar-me afastando-se em seguida. Tal atitude tem um motivo, nossa relação nunca foi das melhores devido ao ciúme dele em dividir comigo o amor de minha mãe.
Agora já sabendo onde ela está será mais fácil visitá-la e cuidar dela no sentido de não mais a deixar sozinha.
As demais projeções são corriqueiras e não representam algo de interessante que se possa ser avaliado.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Projeções

Dentre as projeções que tive esta semana, separei estas que podem ajudar alguém que pesquisa Estados Diferenciados de Consciência.
1 – Na projeção que recebe o título Vivência Extrafísica que desempenho em minha unidade do Corpo de Bombeiros do plano extrafísico, já houve algum progresso no sentido profissional. Não sou mais primeiro sargento, fui promovido a subtenente continuando no comando de uma guarnição de socorro extrafísico, pois, nasci para ser da tropa, isto é, operacional e não burocrata.
2 – Mais a frente em outra projeção, recuperei a consciência junto ao meu filho Sérgio Luís no momento que estávamos visitando Bombinhas em Santa Catarina. Logo percebi que estava projetado.
Na ocasião nós nos encontramos com um grupo de jovens também projetados que praticam surf na região. Eles perguntavam quais eram minhas intenções quando mudar para Bombinhas.
Notei claramente que se tratava de um tipo de jovens guardiões do local que querem preservar aquele paraíso. E quando não gostam da pessoa vão influir na mente da pessoa para não fixar residência em Bombinhas.
3 – Em outra projeção recupero a consciência nas imediações de Araçatuba, cidade onde nasci.
O local onde eu estava era nas proximidades de Guatambu que fica entre Birigui e minha cidade natal. Havia ali, ou estava acontecendo à inauguração de um condomínio extrafísico de rara beleza arquitetônica. Muitas pessoas projetadas andando de um lado para outro e até mesmo entidades do plano extrafísico visitando o local.
Em dado momento, perguntei a um dos empreendedores a importância financeira do investimento feito no local. Ele me disse o valor. Não entendi o quanto da moeda que eles utilizam no plano extrafísico, ou seja, a Unidade Real de Valor. Ele respondeu que traduzindo para o plano físico seria 1 milhão de dólares.
Depois disso saí de lá e fui para Araçatuba. Visitei os lugares onde cresci. Primeiramente fui até a casa onde morei na Rua Tabajara 663. Depois fui ao Colégio Salesiano onde estudei o 3º e 4º. ano e a lembrança não foi das melhores. A seguir fui à casa de minhas amigas S. e G. que eram irmãs. Eu namorava as duas e a gente se dava muito bem.
Elas tinham uma banda e numa de suas apresentações aos domingos no auditório da Rádio Cultura no programa do Bolinha, um cantor vindo de São Paulo apresentou um ritmo novo que se chamava Rock and roll. E assim a geração dos anos sessenta começava a firmar sua posição na história da revolução musical. A rigor, a geração dos anos sessenta foi à melhor premiada com esse evento.
Fui ao colégio Cristiano Olsen. Nesse colégio foi onde eu, S. e G., tiramos nosso diploma de quarto ano primário. Sempre que terminava as aulas nós vínhamos juntos andando pela rua e eu as deixava em casa.
4 – Outra projeção que aconteceu nesta semana foi que recuperei a consciência numa colônia extrafísica nas proximidades da Terra. Eu estava junto com alguns amigos de infância daqui de Santos. O local era como um parque temático em que havia várias modalidades de distração para as entidades daquele plano. Vale dizer que uma das distrações era Bocha que se pronuncia Botcha. Cheguei próximo das pessoas e disse que em Santos alguns indivíduos costumam jogar bocha na barraca de praia. Uma senhora (entidade) que jogava olhou pra mim e deu leve sorriso.
Em seguida, vi uma mesa vazia e ao me dirigir até ela encontrei com o Denis (Pagãozinho) que morava próximo de casa e que me levou para jogar na Portuguesa Santista. Ele havia herdado esse apelido do jogador do Santos chamado Pagão que foi um dos maiores jogadores de época fabulosa do Santos.
Quando me encontrei com Denis eu disse:
- Denis, não morri. Veja, estou com essa idade toda e não morri.
Ele respondeu.
- Eu já estou pensando em voltar e você ainda não morreu. . . .
E começamos a rir.
Denis certamente pelo futebol que praticava chegaria a Seleção Brasileira. Ele morreu em acidente de carro numa noite de sábado para domingo quando descia de carro do Morro Santa Teresinha em companhia de um colega. O motorista perdeu a direção e o veículo se precipitou morro abaixo. Denis morreu naquele acidente. Na ocasião estávamos com dezessete anos de idade.
Quanto a minha situação de jogador de futebol, cheguei a ser titular do gol do sub 17 da Portuguesa Santista. Naquela época não havia essa consciência do jogador profissional que tem agora. Jogávamos por prazer.
E foi nessa época que comecei a cair de vez na solidão, visto que alguns de meus amigos começaram a entrar na droga e a fazer pressão sobre mim para que também participasse das rodinhas do uso da maconha, bolinhas (êxtase de hoje) e consumo de lança perfume com sorvete.
Eu sabia perfeitamente que tais substâncias não fariam bem a minha paranormalidade e me afastei de vez desse grupo de amigos.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Genética

No www.ig.com.br o que é uma genética bem apurada.
O artigo "Saúde da Mulher" merece ser recomendado.
Quando eu disse aqui que meu grupo se reveza em vidas intrafísicas, é justamente nisso que trabalhamos, ou seja, não só no aprimoramento da nossa genética que não deve ser muito variada para não sofrer interferência de etnias, mas também na questão da sensibilidade do que diz respeito à paranormalidade. Sendo assim, torna mais fácil disciplinar nossas vidas no sentido da direção evolutiva que queremos ou buscamos.