Aos colegas:
Agradeço a confiança em mim depositada.
Bom final de domingo e ótima semana.
Um abraço.
Livros Escritos
domingo, 18 de março de 2012
Mais Elementos da Consciência Suprema
Em primeiro lugar deixo claro que essa questão de Consciência Suprema não me torna uma criatura melhor do que as demais.
Emprego esse título para diferenciar de um estado para outro nos Estados Diferenciados de Consciência. Nada de me arvorar no sentido de tornar-me um ser acima de alguém.
Eis aqui uma projeção que tive sexta-feira passada, dia 16Mar2012, em algum lugar do plano extrafísico.
“Em dado momento do sono recupero a consciência num plano em que me encontrava com o grupo de colegas do blog fazendo uma explanação de um assunto do interesse do grupo.
Em dado momento, começo a notar de ondas extrafísicas de grande magnitude estão se formando e vindo em nossa direção. O ambiente começa perder a luminosidade para ir escurecendo. Imediatamente digo ao pessoal para sairmos de lá imediatamente.
- Vamos sair daqui rápido. Vamos, vamos. . .
Olho para a minha esquerda e vejo uma habitação um pouco maior que uma casa e menor que um barracão. Então digo ao grupo:
- Temos que ir para lá.
E o grupo começa a correr na direção do pequeno barracão.
A passagem sendo estreita fico na porta empurrando o pessoal para dentro, pois o que importa é ver todos a salvo.
Nisso a tempestade está em seu ponto mais intenso. O céu escuro e forte ventania faziam-me prever que teríamos forte dificuldade se não entrasse todos no barracão.
Após passar um último jovem uma moça grita para mim:
- A Sílvia.
Apontando para frente com a mão ela me indica onde se encontra minha ex esposa.
Viro-me para a direita e vejo Sílvia presa num redemoinho composto de ondas magnéticas que girando em sentido anti-horário a matinha presa, impedindo-a de se juntar ao pessoal.
Então num gesto como se eu já soubesse o que fazer, ergo a palma de minha mão direita apontando-a para a tempestade, e digo:
- Pára, pára.
De imediato a tempestade magnética se acalma e se dissipa possibilitando a Sílvia que se juntasse ao grupo novamente.
Assim que ela se liberta e vem em nossa direção vou deixando de rememorar este experimento para entrar no sono comum novamente.”
Obs. logo faço a análise do experimento em artigo a seguir.
Emprego esse título para diferenciar de um estado para outro nos Estados Diferenciados de Consciência. Nada de me arvorar no sentido de tornar-me um ser acima de alguém.
Eis aqui uma projeção que tive sexta-feira passada, dia 16Mar2012, em algum lugar do plano extrafísico.
“Em dado momento do sono recupero a consciência num plano em que me encontrava com o grupo de colegas do blog fazendo uma explanação de um assunto do interesse do grupo.
Em dado momento, começo a notar de ondas extrafísicas de grande magnitude estão se formando e vindo em nossa direção. O ambiente começa perder a luminosidade para ir escurecendo. Imediatamente digo ao pessoal para sairmos de lá imediatamente.
- Vamos sair daqui rápido. Vamos, vamos. . .
Olho para a minha esquerda e vejo uma habitação um pouco maior que uma casa e menor que um barracão. Então digo ao grupo:
- Temos que ir para lá.
E o grupo começa a correr na direção do pequeno barracão.
A passagem sendo estreita fico na porta empurrando o pessoal para dentro, pois o que importa é ver todos a salvo.
Nisso a tempestade está em seu ponto mais intenso. O céu escuro e forte ventania faziam-me prever que teríamos forte dificuldade se não entrasse todos no barracão.
Após passar um último jovem uma moça grita para mim:
- A Sílvia.
Apontando para frente com a mão ela me indica onde se encontra minha ex esposa.
Viro-me para a direita e vejo Sílvia presa num redemoinho composto de ondas magnéticas que girando em sentido anti-horário a matinha presa, impedindo-a de se juntar ao pessoal.
Então num gesto como se eu já soubesse o que fazer, ergo a palma de minha mão direita apontando-a para a tempestade, e digo:
- Pára, pára.
De imediato a tempestade magnética se acalma e se dissipa possibilitando a Sílvia que se juntasse ao grupo novamente.
Assim que ela se liberta e vem em nossa direção vou deixando de rememorar este experimento para entrar no sono comum novamente.”
Obs. logo faço a análise do experimento em artigo a seguir.
Sequência do Artigo Anterior
A consciência quando aponta para essa direção de permitir que o projetor perceba que essa movimentação entre os corpos em que ele ainda no estado de plena lucidez a observe, está na realidade dizendo para ele, perceber que ela é capaz de se movimentar dentre os veículos de manifestação de consciência sem que para isso se permita, localizar-se num único corpo. Sendo assim, a pessoa experimenta essa maravilhosa sensação de dupla identidade.
Acontece que esse é apenas o primeiro estágio de algo mais abrangente e infinito que está a caminho para a pessoa perceber, ou seja, logo surgirão momentos de extrema complexidade que de tão complexos de entender a pessoa sente que no final sabe do resultado. Isso devido a uma certeza intuitiva que se faz cada vez mais presente.
Ela percebe que sabe, mas não encontra palavras para explicar essa estranha e nova percepção.
E por que não encontra meios de explicar?
Justamente por não encontrar palavras para isso. O cérebro físico ainda não se está capacitado para expor em palavras o que percebe e sente que é bom. Daí tem início à chamada divisão dos corpos que levados pelos cérebros físico e extrafísico se desassociarão seguindo cada um seu caminho na linha evolutiva.
Quando tem início essa divisão os cérebros trabalham nos pontos de maior fragilidade de um deles e, unidos entre si, se abastem na permuta de informações visando com isso não só a evolução da consciência, mas também da própria genética da pessoa.
Com a evolução desses corpos surge embora timidamente algo que até então a pessoa desconhecia, que passa a reger os caminhos por onde a consciência transita para se valer presente nos corpos acima descritos. E esse algo eu chamo de Consciência Suprema que já descrevi em artigos anteriores.
Acontece que esse é apenas o primeiro estágio de algo mais abrangente e infinito que está a caminho para a pessoa perceber, ou seja, logo surgirão momentos de extrema complexidade que de tão complexos de entender a pessoa sente que no final sabe do resultado. Isso devido a uma certeza intuitiva que se faz cada vez mais presente.
Ela percebe que sabe, mas não encontra palavras para explicar essa estranha e nova percepção.
E por que não encontra meios de explicar?
Justamente por não encontrar palavras para isso. O cérebro físico ainda não se está capacitado para expor em palavras o que percebe e sente que é bom. Daí tem início à chamada divisão dos corpos que levados pelos cérebros físico e extrafísico se desassociarão seguindo cada um seu caminho na linha evolutiva.
Quando tem início essa divisão os cérebros trabalham nos pontos de maior fragilidade de um deles e, unidos entre si, se abastem na permuta de informações visando com isso não só a evolução da consciência, mas também da própria genética da pessoa.
Com a evolução desses corpos surge embora timidamente algo que até então a pessoa desconhecia, que passa a reger os caminhos por onde a consciência transita para se valer presente nos corpos acima descritos. E esse algo eu chamo de Consciência Suprema que já descrevi em artigos anteriores.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Descoincidência Dos Corpos
Quando li o comentário do Rômulo a respeito de ao projetar-se, costuma sentir descoincidência dos corpos físico e psicossoma, sentindo que a consciência se encontra em ambos os corpos, recebi essa notícia com imensa gratidão.
Isso nada mais é que o início da transferência consciente da consciência em seu estado de lucidez mais íntimo sem que outro corpo perca a noção do ambiente que se encontra.
Esse estado possibilita a pessoa viver praticamente por muito tempo. E com isso, usufruindo do status de percebimento das realidades física e extrafísica sem que tenha que recorrer às expansões de consciência que, despendem por algumas vezes, imensa quantidade de energia.
Quando a pessoa experimenta algo desse nível isso nada mais é que a consciência atingindo seu propósito no sentido de apresentar ao seu portador, algo inusitado.
E como se atingir esse estado?
Normalmente através do emprego constante da projeção consciente que possibilita a pessoa ter noção exata que algo mais está surgindo do seu interior e que é benéfico. Tal postura leva o indivíduo concluir que esse algo novo é benéfico possibilitando imensa paz e quietude. Logo após o experimento acontece a transformação de uma postura milenar em algo translúcido apontando novos caminhos da consciência vígil de trilhar.
Escrevendo não é possível alguém formar idéia do que estou expondo. Entretanto, quando a Home Page estiver pronta e as filmagens tiverem início farei uma exposição prolongada desse assunto que pode também não ser a ideal, mas vai chegar próximo.
Nesse estado de suspensão no qual a pessoa sente que estando projetada percebe que possui dois corpos, ela se encontra nas cercanias do corpo físico. Sendo assim, a consciência ainda se movimenta tão rápido que a pessoa não percebe essa movimentação.
Logicamente que a densidade e massa do corpo físico, mais o tempo que a consciência permanece lastreada nesse veículo de manifestação consciencial, fazem a diferença no sentido de bloquear parcialmente o parapsiquismo humano. Aliado também a gravidade do plano físico que contribuem para esse vai-e-vem da consciência por hora alternando-se em vários corpos.
Quando o projetor é veterano e vez por outra costuma passar por esse momento, ele pode provocar a alteração no sistema de seu complexo vibracional através de mudança de freqüência na escala das vibrações. Isso nada mais é que o resultado de um leve manejo nas energias do Estado Vibracional que, utilizado dessa maneira, é benéfico para a finalidade que se destina.
No caso do projetor que começa experimental esse estado e desconhece o caminho a seguir, também é importante observar como tudo se desenvolve para só depois de algum tempo no corpo físico dar início as avaliações e conclusões do experimento.
E como seriam essas avaliações?
A princípio, logo após o descobrimento, deve pensar que realmente é possuidor de um corpo translúcido de magnífica montagem extrafísica, sensível e que quando se locomove atinge velocidade incomensurável fora dos limites do mundo físico. Sendo que tal velocidade torna-se superior a velocidade da luz quando esse corpo mais sutil se desloca entre mundos intergalácticos.
(continua)
Isso nada mais é que o início da transferência consciente da consciência em seu estado de lucidez mais íntimo sem que outro corpo perca a noção do ambiente que se encontra.
Esse estado possibilita a pessoa viver praticamente por muito tempo. E com isso, usufruindo do status de percebimento das realidades física e extrafísica sem que tenha que recorrer às expansões de consciência que, despendem por algumas vezes, imensa quantidade de energia.
Quando a pessoa experimenta algo desse nível isso nada mais é que a consciência atingindo seu propósito no sentido de apresentar ao seu portador, algo inusitado.
E como se atingir esse estado?
Normalmente através do emprego constante da projeção consciente que possibilita a pessoa ter noção exata que algo mais está surgindo do seu interior e que é benéfico. Tal postura leva o indivíduo concluir que esse algo novo é benéfico possibilitando imensa paz e quietude. Logo após o experimento acontece a transformação de uma postura milenar em algo translúcido apontando novos caminhos da consciência vígil de trilhar.
Escrevendo não é possível alguém formar idéia do que estou expondo. Entretanto, quando a Home Page estiver pronta e as filmagens tiverem início farei uma exposição prolongada desse assunto que pode também não ser a ideal, mas vai chegar próximo.
Nesse estado de suspensão no qual a pessoa sente que estando projetada percebe que possui dois corpos, ela se encontra nas cercanias do corpo físico. Sendo assim, a consciência ainda se movimenta tão rápido que a pessoa não percebe essa movimentação.
Logicamente que a densidade e massa do corpo físico, mais o tempo que a consciência permanece lastreada nesse veículo de manifestação consciencial, fazem a diferença no sentido de bloquear parcialmente o parapsiquismo humano. Aliado também a gravidade do plano físico que contribuem para esse vai-e-vem da consciência por hora alternando-se em vários corpos.
Quando o projetor é veterano e vez por outra costuma passar por esse momento, ele pode provocar a alteração no sistema de seu complexo vibracional através de mudança de freqüência na escala das vibrações. Isso nada mais é que o resultado de um leve manejo nas energias do Estado Vibracional que, utilizado dessa maneira, é benéfico para a finalidade que se destina.
No caso do projetor que começa experimental esse estado e desconhece o caminho a seguir, também é importante observar como tudo se desenvolve para só depois de algum tempo no corpo físico dar início as avaliações e conclusões do experimento.
E como seriam essas avaliações?
A princípio, logo após o descobrimento, deve pensar que realmente é possuidor de um corpo translúcido de magnífica montagem extrafísica, sensível e que quando se locomove atinge velocidade incomensurável fora dos limites do mundo físico. Sendo que tal velocidade torna-se superior a velocidade da luz quando esse corpo mais sutil se desloca entre mundos intergalácticos.
(continua)
quarta-feira, 14 de março de 2012
Na sequência.
Obs. tive que abrir esta página por falta de espaço na sequência do artigo do. . .
Dario.
Não estou generalizando. Bem sei que no CEAEC, existem divisões de variações de energia. E nesse contexto afirmo locais onde se consegue manter bom nível de experimentos. Um deles é a praça de alimentação, ok?
No prédio das tertúlias o fluxo de energia não é compatível para outras pessoas fazerem qualquer mentalização. E por quê? Justamente porque é o local de poder do Waldo.
Quanto à assistência, sei que existe assistência e deve ser assim, pois, quem trabalha no esclarecimento das pessoas encontra dificuldades em levar o trabalho adiante.
Quanto à questão das duas mil pessoas que reunimos na Federação Espírita, e você cita o que consegue reunir na mídia eletrônica, trata-se de situações distintas. Nós reunimos duas mil pessoas sem o recurso da internet só usando telefone e artigos em jornais. Jovem é jovem. Não tem idéia do quanto é difícil trabalhar assim.
Quanto às técnicas que você fala que são empregadas visando o desenvolvimento do corpo mental. Eu, mesmo sem conhecê-las, vejo que precisa de revisão, pois, não se obtêm resultados práticos no sentido de desenvolver o corpo mental sem conhecer os fluxos de energias internos e externos que envolvem esse formidável corpo.
Quando você diz que não conheço o método do Waldo em desenvolver o corpo mental pelas centrais. Isso é verdade. Não conheço e gostaria de saber como são essas técnicas. Não sou o dono da verdade. Caso estiver errado volto atrás. Mas, acontece que o Waldo sempre se posicionou em relação às demais pessoas, não a mim, pois ele me respeita e muito na questão da paranormalidade. No entanto, ele se julga a última palavra na questão do psiquismo. Ninguém sabe nada, só ele.
Nesse ponto eu até entendo o Waldo, pois bem cedo começou a trabalhar nisso e foi orientando por um grande e fenomenal médium. Entretanto, as lições que lhe foram passadas por esse médium e também lições dos Amparadores ele as esqueceu ou as ignorou.
Não estou mentindo. É só você retirar a venda que lhe tapa os olhos e vai enxergar.
Quanto à tenepes há muito tempo que não faço porque sempre tive voltado meu ser ao lado do bem. Um bombeiro que salva uma vida faz isso pelo amor a vida. Salvei tantas vidas que nem me lembro de quantas.
Sabe o que é o alarme tocar de madrugada numa noite de carnaval e eu cortar uma cidade de ponta a ponta, chegar ao local, subir rápido pelas escadas e lá no alto segurar uma mulher que ia se jogar lá de cima? Isso é só um dos casos. Obrigação? Sim. Mas, antes de tudo vem o amor pela vida humana e demais animais.
Sabe o que é receber depois o agradecimento dos parentes e Amparadores por isso? Tenepes? Pra que?
Agora, somos privilegiadas por isso? Não. E sim, qualquer pessoa que respeita o ser humano valorizando suas conquistas não necessita de Tenepes.
Deixei para escrever o último tópico por ser o mais importante; nele você se trai de uma forma magistral. Olha só a forma como você valoriza seus conceitos e menospreza as conquistas pessoais de pessoas. Dizer que o único a entender o que você diz aqui é o Veríssimo e ainda lhe confere a porcentagem de 1% é julgar-se o supra-sumo em inteligência. Isso não é de bom juízo. Avalie sua postura na questão de ajuizar algo de alguém usando para isso seus parâmetros. Reinvente-se. Mesmo assim, entendo tua postura. Você não tem culpa. Foi criado para ser assim. E de onde veio essa criação? Do Waldo que você defende. Defender alguém é algo nobre, mas é sempre bom ver se a defesa que está sendo feita de alguém está salvando ou destruindo esse alguém.
Quer prova?
Tenho. Quando e onde? No último congresso de Projeciologia realizado em Belo Horizonte. Posso explicar? Devo.
No domingo quando Waldo falou a platéia falou de alguns assuntos, e um me chamou a atenção. Foi quando ele disse que um dos maiores projetores do Brasil que é policial e reside no Rio de Janeiro, não sabe escrever. Que os policiais são assim mesmo. Escrevem mal. Eu estava lá e vi ele dizer isso. Fiquei impressionado ao ver isso. Eu que vivo num mundo altamente competitivo não costumo ver isso entre as pessoas. Agora, se tais avaliações dessa natureza são comuns entre vocês que as usem nas cercanias do CEAEC, não deste outro lado do muro que divisa o meu mundo e o teu. Isso não permito e rebato mesmo. Quer falar de mim? Sem problemas. Mas, não aceito tamanha desfeita a uma pessoa que valoriza o trabalho do Waldo conforme constatei na página do rapaz. Isso não se faz. É dessa forma que vocês valorizam o trabalho de alguém? Sempre dando nota?
Então veja bem; o que estou fazendo com vocês é algo de caso pensado há muito tempo. Finalmente consegui fazer alguns de vocês sair fora das cercanias do CEAEC e mostrar publicamente o real estágio que se encontram. Posso perceber que aprenderam a não se comportar deste lado do mundo.
As pessoas aqui fora clamam por algo saudável que não venha com essa soberba. E da próxima vez pense melhor na questão de avaliar porcentagens relacionadas à evolução das pessoas. O Waldo fez e continua fazendo isso, e veja o que restou dele.
Dario.
Não estou generalizando. Bem sei que no CEAEC, existem divisões de variações de energia. E nesse contexto afirmo locais onde se consegue manter bom nível de experimentos. Um deles é a praça de alimentação, ok?
No prédio das tertúlias o fluxo de energia não é compatível para outras pessoas fazerem qualquer mentalização. E por quê? Justamente porque é o local de poder do Waldo.
Quanto à assistência, sei que existe assistência e deve ser assim, pois, quem trabalha no esclarecimento das pessoas encontra dificuldades em levar o trabalho adiante.
Quanto à questão das duas mil pessoas que reunimos na Federação Espírita, e você cita o que consegue reunir na mídia eletrônica, trata-se de situações distintas. Nós reunimos duas mil pessoas sem o recurso da internet só usando telefone e artigos em jornais. Jovem é jovem. Não tem idéia do quanto é difícil trabalhar assim.
Quanto às técnicas que você fala que são empregadas visando o desenvolvimento do corpo mental. Eu, mesmo sem conhecê-las, vejo que precisa de revisão, pois, não se obtêm resultados práticos no sentido de desenvolver o corpo mental sem conhecer os fluxos de energias internos e externos que envolvem esse formidável corpo.
Quando você diz que não conheço o método do Waldo em desenvolver o corpo mental pelas centrais. Isso é verdade. Não conheço e gostaria de saber como são essas técnicas. Não sou o dono da verdade. Caso estiver errado volto atrás. Mas, acontece que o Waldo sempre se posicionou em relação às demais pessoas, não a mim, pois ele me respeita e muito na questão da paranormalidade. No entanto, ele se julga a última palavra na questão do psiquismo. Ninguém sabe nada, só ele.
Nesse ponto eu até entendo o Waldo, pois bem cedo começou a trabalhar nisso e foi orientando por um grande e fenomenal médium. Entretanto, as lições que lhe foram passadas por esse médium e também lições dos Amparadores ele as esqueceu ou as ignorou.
Não estou mentindo. É só você retirar a venda que lhe tapa os olhos e vai enxergar.
Quanto à tenepes há muito tempo que não faço porque sempre tive voltado meu ser ao lado do bem. Um bombeiro que salva uma vida faz isso pelo amor a vida. Salvei tantas vidas que nem me lembro de quantas.
Sabe o que é o alarme tocar de madrugada numa noite de carnaval e eu cortar uma cidade de ponta a ponta, chegar ao local, subir rápido pelas escadas e lá no alto segurar uma mulher que ia se jogar lá de cima? Isso é só um dos casos. Obrigação? Sim. Mas, antes de tudo vem o amor pela vida humana e demais animais.
Sabe o que é receber depois o agradecimento dos parentes e Amparadores por isso? Tenepes? Pra que?
Agora, somos privilegiadas por isso? Não. E sim, qualquer pessoa que respeita o ser humano valorizando suas conquistas não necessita de Tenepes.
Deixei para escrever o último tópico por ser o mais importante; nele você se trai de uma forma magistral. Olha só a forma como você valoriza seus conceitos e menospreza as conquistas pessoais de pessoas. Dizer que o único a entender o que você diz aqui é o Veríssimo e ainda lhe confere a porcentagem de 1% é julgar-se o supra-sumo em inteligência. Isso não é de bom juízo. Avalie sua postura na questão de ajuizar algo de alguém usando para isso seus parâmetros. Reinvente-se. Mesmo assim, entendo tua postura. Você não tem culpa. Foi criado para ser assim. E de onde veio essa criação? Do Waldo que você defende. Defender alguém é algo nobre, mas é sempre bom ver se a defesa que está sendo feita de alguém está salvando ou destruindo esse alguém.
Quer prova?
Tenho. Quando e onde? No último congresso de Projeciologia realizado em Belo Horizonte. Posso explicar? Devo.
No domingo quando Waldo falou a platéia falou de alguns assuntos, e um me chamou a atenção. Foi quando ele disse que um dos maiores projetores do Brasil que é policial e reside no Rio de Janeiro, não sabe escrever. Que os policiais são assim mesmo. Escrevem mal. Eu estava lá e vi ele dizer isso. Fiquei impressionado ao ver isso. Eu que vivo num mundo altamente competitivo não costumo ver isso entre as pessoas. Agora, se tais avaliações dessa natureza são comuns entre vocês que as usem nas cercanias do CEAEC, não deste outro lado do muro que divisa o meu mundo e o teu. Isso não permito e rebato mesmo. Quer falar de mim? Sem problemas. Mas, não aceito tamanha desfeita a uma pessoa que valoriza o trabalho do Waldo conforme constatei na página do rapaz. Isso não se faz. É dessa forma que vocês valorizam o trabalho de alguém? Sempre dando nota?
Então veja bem; o que estou fazendo com vocês é algo de caso pensado há muito tempo. Finalmente consegui fazer alguns de vocês sair fora das cercanias do CEAEC e mostrar publicamente o real estágio que se encontram. Posso perceber que aprenderam a não se comportar deste lado do mundo.
As pessoas aqui fora clamam por algo saudável que não venha com essa soberba. E da próxima vez pense melhor na questão de avaliar porcentagens relacionadas à evolução das pessoas. O Waldo fez e continua fazendo isso, e veja o que restou dele.
quinta-feira, 8 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Elementos da Consciência Manifestada
Agradeço ao colega Veríssimo que levantou a questão da Consciência Manifestada pode se tratar de um novo paradigma que merece ser mais bem estudado.
Sem dúvida alguma era isso que eu desejava. Que alguém percebesse e levantasse a questão. Pois, vou escrever um livro a respeito abordando minhas considerações. Bem porque quero ter o prazer de lançar o nome do Veríssimo na galeria dos imortais para este autor.
Já faz algum tempo, escrevi no blog que a programação da projeção consciente estava atrasada. Que necessitava de impulso para que as pessoas não perdessem sua programação evolutiva regressando ao plano extrafísico com pouca ou quase nenhuma informação ou prática a respeito de suas possibilidades projetivas. Sendo assim, imprimi o ritmo ideal no assunto no que diz as informações e práticas. Hoje tenho a satisfação de notar que muitos de vocês estão acompanhando o assunto, e apresentando sugestões.
Baseado no que escrevi acima vamos a mais uma análise da Consciência Manifestada que apresento nesse experimento que se segue:
“Levanto-me mais cedo do costume para ir a São Paulo participar de uma reunião de diretores da empresa onde trabalho.
Era 06h00min do dia 2Fev2012, quinta-feira. Em seguida faço a higiene matinal, tomo meu café e vou para a Avenida Conselheiro Nébias apanhar o ônibus para me levar a capital paulista.
Andando e contando os minutos para chegar à avenida julgava que seria mais um dia normal tal quantos outros. Porém, ao chegar próximo do cruzamento da rua onde caminhava com a Avenida Conselheiro Nébias, sinto por um rápido momento que sou portador de duas consciências que ocupam meu estado de vigília num único espaço temporal.
Percebo claramente que não se trata de projeção consciente, pois, me encontro perfeitamente lúcido e sabedor da qualidade mental de estar vivenciando um momento com duas consciências que, embora façam parte de meu eu, não se comunicam entre si e cada uma se manifesta em seu devido plano.
Somente esse fator já é suficiente para derrubar a hipótese de clarividência viajora, pois, a pessoa quando se encontra nesse estado, a consciência física acompanha o evento. Ou então não se tratava da minha mente ter se associado à dimensão 3 ½, pois tudo estava normal. Aliás, a consciência quando atinge esse estado se torna mais ágil e não foi o que aconteceu.
E minha mente agindo de maneira rápida logo percebeu o que disse acima e surgiu então a minha vista um corredor em desnível que poderia ser o de ônibus que separam as poltronas. Isso para o leitor ter uma idéia aproximada do que eu estava vendo. Esse corredor aparecia uma parte um pouco mais alta que a outra, e os níveis separados por uma linha que delimitava as partes altas e baixas.
Em seguida logo veio a mim que eu cairia em algum lugar e poderia me machucar.
Ao chegar ao ponto do ônibus fiquei esperando-o por uns cinco minutos até que ele apareceu e me recolheu. Ao entrar vi o corredor a minha frente em desnível com o lugar próximo ao motorista. Caminhei devagar tomando o devido cuidado. Ao sentar no banco, pensei comigo:
Bem, no ônibus não caí. Agora vamos ver o que vem daqui para frente.
Fui para São Paulo, participei da primeira reunião. Em seguida saí para outra reunião em outro emprego e almocei. Após tudo acertado peguei carona na Van alugada pela empresa que trabalho e rumamos a Santos. Saímos do centro de São Paulo e ganhamos a Avenida Ipiranga. Foi então que o diretor da empresa pediu para a Van parar na frente de um restaurante para bebermos alguma coisa para matar a sede. Em seguida a Van parou e os colegas desceram sem problemas.
Quando desci, enfiei o pé direito num buraco da calçada. Torci o pé.
Ali estava o acidente que iria sofrer. Reparei que a calçada apresentava uma parte em desnível da outra o que possibilitou que uma das partes se rompesse do restante da calçada e se levantasse formando a linha do desnível.
Após ser erguido pelos colegas, percebi que ganhara de presente um aviso com dez horas de antecedência do que iria acontecer comigo.”
Final do relato.
Sem dúvida alguma era isso que eu desejava. Que alguém percebesse e levantasse a questão. Pois, vou escrever um livro a respeito abordando minhas considerações. Bem porque quero ter o prazer de lançar o nome do Veríssimo na galeria dos imortais para este autor.
Já faz algum tempo, escrevi no blog que a programação da projeção consciente estava atrasada. Que necessitava de impulso para que as pessoas não perdessem sua programação evolutiva regressando ao plano extrafísico com pouca ou quase nenhuma informação ou prática a respeito de suas possibilidades projetivas. Sendo assim, imprimi o ritmo ideal no assunto no que diz as informações e práticas. Hoje tenho a satisfação de notar que muitos de vocês estão acompanhando o assunto, e apresentando sugestões.
Baseado no que escrevi acima vamos a mais uma análise da Consciência Manifestada que apresento nesse experimento que se segue:
“Levanto-me mais cedo do costume para ir a São Paulo participar de uma reunião de diretores da empresa onde trabalho.
Era 06h00min do dia 2Fev2012, quinta-feira. Em seguida faço a higiene matinal, tomo meu café e vou para a Avenida Conselheiro Nébias apanhar o ônibus para me levar a capital paulista.
Andando e contando os minutos para chegar à avenida julgava que seria mais um dia normal tal quantos outros. Porém, ao chegar próximo do cruzamento da rua onde caminhava com a Avenida Conselheiro Nébias, sinto por um rápido momento que sou portador de duas consciências que ocupam meu estado de vigília num único espaço temporal.
Percebo claramente que não se trata de projeção consciente, pois, me encontro perfeitamente lúcido e sabedor da qualidade mental de estar vivenciando um momento com duas consciências que, embora façam parte de meu eu, não se comunicam entre si e cada uma se manifesta em seu devido plano.
Somente esse fator já é suficiente para derrubar a hipótese de clarividência viajora, pois, a pessoa quando se encontra nesse estado, a consciência física acompanha o evento. Ou então não se tratava da minha mente ter se associado à dimensão 3 ½, pois tudo estava normal. Aliás, a consciência quando atinge esse estado se torna mais ágil e não foi o que aconteceu.
E minha mente agindo de maneira rápida logo percebeu o que disse acima e surgiu então a minha vista um corredor em desnível que poderia ser o de ônibus que separam as poltronas. Isso para o leitor ter uma idéia aproximada do que eu estava vendo. Esse corredor aparecia uma parte um pouco mais alta que a outra, e os níveis separados por uma linha que delimitava as partes altas e baixas.
Em seguida logo veio a mim que eu cairia em algum lugar e poderia me machucar.
Ao chegar ao ponto do ônibus fiquei esperando-o por uns cinco minutos até que ele apareceu e me recolheu. Ao entrar vi o corredor a minha frente em desnível com o lugar próximo ao motorista. Caminhei devagar tomando o devido cuidado. Ao sentar no banco, pensei comigo:
Bem, no ônibus não caí. Agora vamos ver o que vem daqui para frente.
Fui para São Paulo, participei da primeira reunião. Em seguida saí para outra reunião em outro emprego e almocei. Após tudo acertado peguei carona na Van alugada pela empresa que trabalho e rumamos a Santos. Saímos do centro de São Paulo e ganhamos a Avenida Ipiranga. Foi então que o diretor da empresa pediu para a Van parar na frente de um restaurante para bebermos alguma coisa para matar a sede. Em seguida a Van parou e os colegas desceram sem problemas.
Quando desci, enfiei o pé direito num buraco da calçada. Torci o pé.
Ali estava o acidente que iria sofrer. Reparei que a calçada apresentava uma parte em desnível da outra o que possibilitou que uma das partes se rompesse do restante da calçada e se levantasse formando a linha do desnível.
Após ser erguido pelos colegas, percebi que ganhara de presente um aviso com dez horas de antecedência do que iria acontecer comigo.”
Final do relato.
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