Livros Escritos

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terça-feira, 31 de maio de 2011

Atendendo a Pedidos

1. Quanto ao Livre Arbítrio já escrevi alguns artigos a respeito.
Somente pra lembrar e seguir adiante, essa questão do livre arbítrio no sentido terrestre evolutivo está relacionado à própria pessoa que, sendo ela cada vez mais evoluída, torna-se obediente as normas traçadas pelos programadores de ordens evolutivos, não lhe cabendo ações de sua própria escolha como conduzir o trabalho.
Não é dado a pessoa a prerrogativa de inverter ou criar programas de ordem evolutivos paralelos, isso a fim de justificar nova tomada na programação estabelecida anteriormente pelos grandes que governam o programa. Ou seja, ações tipo inversores que nada mais são que instrumentos para encobrir desvios no plano físico. Sendo que no período intermissivo tudo foi devidamente explicado. E se aceitaram teriam que levar o programa até o final.
Quanto mais a pessoa insistir nessa programação mais se afasta dos princípios da confiança dos Amparadores e ela pode também ser rejeitada de toda e qualquer programação futura.

2. Continuando atendendo aos pedidos:
O meu período intermissivo na presente vida obedeceu à programação dos Maiorais do Projeto da Consciência Contínua e não como é difundido atualmente como Projeciologia.
O Projeto Consciência Contínua tinha como objetivo principal a Emancipação da Alma do corpo físico além dos limites imaginários até hoje estudados por seitas, organizações iniciáticas, religiões e estudos filosóficos. Tal proposta tinha como vertente a linha universalista de ação congregando todos os grupos em torno de um único objetivo. Tanto que para isso houve no mundo extrafísico o comum acordo de todos que dirigem as instituições citadas acima.
A rigor, toda essa programação levou séculos para ser iniciada. Sem que para isso, viesse perder a linha do tempo e sempre apresentando alguém com capacidade de continuar o trabalho motivando as pessoas a continuar se projetando.
No meu caso além de ter profundas ligações com monges tibetanos no extrafísico, indianos e celtas, tive que fazer curso de aprendizado visando melhor manter contato com espíritas para quando viesse a esse plano soubesse da maneira como se desenvolve a dinâmica espírita.
Ao fazer esse curso que durou cerca de dois meses contatos no tempo terrestre, fiquei conhecendo um grupo de colegas que reencontrei quando freqüentava o Centro Espírita Redenção em São Carlos – SP. Esses colegas que eram espíritos na época do período intermissivo, nessa vida estavam fazendo engenharia na USP de São Carlos. Um deles eram o Pedro, José Francisco e Gilberto.
Esse mini curso na Colônia Nosso Lar contribuiu para ajudar a conhecer um pouco o Espiritismo.
É só.

sábado, 28 de maio de 2011

Cérebro e Coração

Fui escrever um artigo e logo parei nas primeiras linhas.
Um minuto depois escrevi isso aqui:
"Cérebro e coração são responsáveis por situações distintas em nossa vida.
Cada um responde por uma parte do nosso corpo.
Eu diria que não tem como eles se juntarem. Mas se juntam.
E no amor também não é diferente.
O cérebro analisa a beleza da mulher que está a nossa frente. O coração a escolhe.
Na despedida o cérebro diz "vai embora, ela não te merece." O coração diz "fica, olhe pra ela. Veja. . . ela é a mulher da tua vida."
E na solidão, no fundo de seu quarto você pensa que tomou a posição correta. O coração nega a solidão, ele os mantém unidos um ao outro.
O raciocínio frio e analitico do cérebro preserva o seu condutor do sofrimento. O coração suplica, sem sofrimento não há amor.
A razão parece triunfar.
A emoção clama por novo encontro.
Amor sem lágrimas não é paixão."

Vasco Vasconcellos.

"O pensamento passa pelo coração." Aristóteles.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Respondendo a Email

Eis aqui um email que recebi:
"Olá Vasco, tudo bem?
Talvez voce possa tirar uma dúvida

No livro "Viagens Fora do Corpo" de Robert Monroe, o autor relata 3 locais de suas experiências sendo:

- Local I : realidade intrafísica, o aqui-agora
- Local II : realidade extrafísica ou plano astral
- Local III: um universo paralelo em que o autor entrava através de um buraco na parede que o mesmo via depois de virar 180 graus seu psicossoma projetado. Ele diz inclusive ocupar temporariamente o corpo de um de seus habitantes, interferindo assim em sua vida. O mesmo conclui não ser um lugar no presente, no passado e nem no futuro aqui na Terra, e ao mesmo tempo não é o mundo dos "mortos".

Voce teria uma opinião sobre o que seria realmente o Local III?"

Resp. Quanto aos itens I e II, nada acrescentar.
O item III pode ser explicado até o ponto que Monroe diz passar por uma parede e encontrar outro universo do outro lado. Até aí tudo bem. No entanto, quando ele diz que penetra no corpo de um dos habitantes daquele plano então, é preciso ser prudente nessa análise.
A rigor tal fato pode acontecer, mas não com tanta freqüência, pois, a consciência costuma delimitar ocorrências não tão comuns a pessoa, isso a fim de não perturbá-la com análises de difícil validação.
Nesse experimento o autor também deixa de abordar se isso é corriqueiro para ele. Monroe, apenas joga o texto no livro e deixa o leitor “na mão” para que ele tire suas conclusões.
É importante dizer que ele não publicou um livro explicativo de como ocorria seus experimentos, mesmo que o primeiro volume sendo um diário é importante um segundo livro narrativo de tais eventos. Isso não aconteceu.
Monroe mesmo criando um instituto não procurou tomar contato com outras pessoas a fim de procurar checar se alguns de seus experimentos correspondiam realmente o que ele narrava. Preferiu contar consigo mesmo na análise de suas vivências projetivas.
Resumindo: tivesse ele participado melhor do que narrei acima seria mais fácil decifrar o que ele diz no terceiro item do email que recebi.

domingo, 22 de maio de 2011

Continuação

Tudo leva a crer que o momento de escuridão que antecede a saída do psicossoma da pessoa no outro plano seja composto de energia que permeia as membranas internas e externas do plano físico-extrafísico. E não é difícil chegar a essa conclusão visto que se os planos estão acoplados uns aos outros, tem que haver então membranas que se compõem esses planos. Ou seja, no plano físico temos a membrana interna e no extrafísico a membrana externa.
Agora, que esses planos estão muito próximos de si, isso não resta dúvida alguma. O que espero é que algum dia alguém consiga decifrar esse enigma.
Certamente que estou empregando um experimento meu realizado recentemente em que um colega que morreu recentemente e estando plano extrafísico estava a minha frente e não me via. Eu o percebia a questão de centímetros a minha frente, mas levando essa questão da distância que nos separava para o plano a anti matéria ou bandas invertidas, qual seria a distância a ser considerada nisso tudo?
Impossível dizer, pelo menos por enquanto.

Continuação

c) O depois é a mudança de atitude e a transformação que a EQM provoca na vida da pessoa acrescentando novos valores ao seu entendimento.
Baseado em testemunhos dessas pessoas que vivenciaram esses experimentos tudo leva a crer que a morte, ou transição como queira, é indolor. É estar em um plano e após uma fração de tempo muito diminuto, passar para outra, não dando a menor chance do cérebro físico registrar todo o processo doloroso da transição.
Muito tem que ser pesquisado a respeito do assunto. O que o ser humano teme na verdade é o desconhecido. A causa desse temor é a falta de confiança em si próprio.
E isso o apavora.”
Fonte de referência: “A Face Oculta de Gaia” de Vasco Vasconcellos.

Então vamos ao assunto.
Logo que começamos nossos trabalhos em São Paulo na Fraternidade Espírita Ramatis que na época a sede estava localizada na Av. Cruzeiro do Sul em Santana, São Paulo, Capital. Nas primeiras palestras do Waldo ele disse que na EQM o psicossoma entra pelo cordão de prata.
Achei aquilo muito estranho. Guardei para mim e segui em frente.
Logo depois lendo um dos livros de Robert Monroe também vi que ele abordava a questão da mesma forma. Tornei a pensar que não é bem assim tal qual eles afirmavam na época. Digo na época porque o Waldo nunca mais tocou no assunto. Aliás, ele confunde ciência com opinião pessoal, além disso, acrescenta moral no assunto ciência e piora ainda mais a situação.
Durante todo esse tempo tenho pesquisado os relatos de Waldo e Monroe e nunca constatei existir experimentos dizendo que passaram por EQM, ou que tenham tido uma EQM sequer. Até então são teóricos até que se prove em contrário. E teóricos realmente confundem o resultado de alguma ação quando interpelados por um prático, ou seja, aquele que além de teórico experimentou tal ação de participação numa EQM, daí a confusão surge e ninguém ganha com isso.
Essa postura do Monroe e Waldo dizerem que na EQM o psicossoma entra pelo cordão de prata é o mesmo que dizer que o céu é composto por anjos. Até que levando em conta que Monroe trabalhava sozinho e Waldo tinha uma equipe toda para auxiliá-lo. Sendo assim, ele deveria deter-se em assuntos de tal importância e apresentar algum argumento que realmente preenchesse razoavelmente essa questão. Mas, isso ele não é capaz de fazer.
Caso o psicossoma entrasse pelo cordão de prata a consciência iria sair do outro lado de corpo mental e não continuar utilizando o psicossoma. Exemplificando: a consciência quando utiliza o psicossoma na EQM, ela então iria regressar ao corpo físico e não sair em outro plano. Sendo assim, ela faria novamente a interiorização do corpo físico. E não é assim que acontece tendo em vista que ela após a passagem pelo chamado “túnel” costuma sair em outro plano. E seguindo essa linha de raciocínio ela teria que sair de corpo mental. Ora, explicando mais uma vez, se o cordão de prata liga o físico ao psicossoma a consciência teria que fazer o regresso ao corpo físico e não sair de psicossoma do outro lado do túnel. Mais uma vez: se no momento do big bang da expulsão da consciência na EQM, o psicossoma sai após o túnel como pode ele entrar e sair pelo próprio cordão de prata? Quando acontece o big bang a consciência já se revestiu do psicossoma, pois, ela busca “proteção” para enfrentar o desconhecido.
No experimento da EQM, ocorre a expulsão do psicossoma para fora do corpo humano. E quando isso acontece é em decorrência de violenta explosão de energia que está envolvida no espaço físico dominado pelo projetor. Sendo assim, a energia causada pelo evento provoca deformação no espaço tempo projetando o psicossoma numa cornucópia que leva o psicossoma até outro universo, expelindo-o além desse tempo espaço físico.

Continuação

mantêm-se, a maior parte do tempo, descoincididas, isto é, vivem as maiores partes do período infantil gravitando entre duas dimensões.
A máquina escura está relacionada com o túnel tão característico nesses experimentos. O menino julgara que estava em um túnel. Devido a uma luz muito clara, que conseguia enxergar na outra extremidade de onde se encontrava. A luz muito clara que ele se referiu realmente é tão intensa que sugere uma luminosidade prateada.
Os dois caminhos (bifurcação) indica simbolicamente as múltiplas escolhas em nossas vidas que de, tempos em tempos temos a necessidade de fazer, principalmente quando entramos na chamada crise de crescimento, em que os valores, que até então eram imutáveis, tornam-se questionáveis e novas experiências surgem, exigindo de nós uma tomada de posição que corresponda com a atual realidade. É evidente que toda Experiência da Quase Morte origina mudança de caminho.
Foi dito a ele que precisava voltar visto que ali não era seu lugar. Sim é isso mesmo. O menino não havia cumprido sua etapa de vida intrafísica e precisava retornar para continuar ao lado de seus pais.
Sem dúvida que relatos iguais a esses existem muitos. No entanto, eles são narrados por crianças ou adultos que desconhecem esse fato, e os pormenores coincidem em alguns pontos fundamentais. Portanto são confiáveis, uma vez que o padrão e critério de análise que acompanham os experimentos dessa natureza são idênticos aos narrados por quem os experimenta.
Existem testemunhos afirmando que esse Estado Diferenciado de Consciência facilita sobremaneira na comunicação no que diz respeito a aquela dimensão, visto que a telepatia com a voz de outro agente ressoa de maneira intracraniana no experimentador. Ocorre também uma expansão na percepção total dos ambientes. A pessoa passa a fazer uso de um sentido interior mais dilatado, bem mais abrangente, ela sente e percebe que seus sentidos se expandiram. Aos poucos vai se familiarizando-se com a dimensão que está presente e passa a adotar um procedimento normal em relação a sua conduta.
Acontece em que são levados em consideração os principais fatos da atual vida que se repetem a sua visão após o início da EQM e essa que a princípio era um comprovante da imortalidade da pessoa, agora se torna instrumento de avaliação de caráter.
A Experiência da Quase Morte ocorre no cérebro extrafísico. Mesmo assim sua rememoração dela não é tão difícil. Apesar de o cérebro físico não participar. É possível lembrar-se de quase todos os detalhes.
Tais experimentos costumam ocorrer quando a pessoa se encontra de psicossoma, visto que a consciência humana, condicionada da maneira que está e vivendo por mais tempo no corpo físico, denso e limitado, assim que se libera, procura o abrigo no outro corpo que lhe seja mais a fim, que lhe ofereça proteção imediata. Daí ser muito difícil experimentos desta natureza acontecerem de corpo mental, em que a consciência sai do corpo físico e se aloja naquele veículo caso isso venha a ocorrer, os relatos serão totalmente opostos ao que estamos acostumados a registrar.
Através de inúmeros casos de EQM pode-se concluir que ela se divide em três fases distintas e a ocorrência da EQM não se procede por modo totalmente espontâneo projetivo e sim, por acidentes. Portanto, a EQM não deve ser confundida com Projeção da Consciência.
Esse evento tem um antes, um durante e um depois.
a) O antes é o estado em que a pessoa está em sua vida diária, fazendo ou praticando sua rotina diária sem se dar conta que está prestes a viver uma ocorrência que irá mudar o rumo de sua vida.
b) O durante é o estado em que a pessoa está vivenciando a EQM e toma contato com uma realidade em que até então desconhecia.

EQM - Experiência da Quase Morte

Eis aqui um experimento que tive aos três anos de idade. O objetivo dele estar aqui é justamente para esclarecer algumas coisas a respeito da EQM – Experiência da Quase Morte do comportamento da consciência quando associada ao fenômeno.
Os projetores Robert Monroe e Waldo Vieira afirmam que na ocorrência da EQM o projetor entra pelo cordão de prata para depois sair do outro lado. Mas, a consciência não se utiliza desse recurso e não é difícil provar:
“Cap. 2
“Estou afundando.
Quando recuperei a consciência, eu estava em um ambiente todo iluminado por uma luz prateada. Neste momento, uma criatura feminina extrafísica ordenou: volte, volte, volte. E mesmo assim contra minha vontade tive que retornar ao corpo físico.”

A (E. Q. M.) Experiência da Quase Morte existe desde a antigüidade conforme temos conhecimento de relatos transcritos em livros existentes. Entretanto, é somente agora que ela vem despertando um maior interesse por parte de pesquisadores tendo em vista que é em hospitais onde ocorre o maior número desses experimentos.
Algumas pessoas que dão entrada em salas de cirurgia em estado crítico, com a vida já comprometida por haverem sofrido um desastre brusco ou doença, ao receberem os primeiros socorros, sentem que estão afastando-se de seus corpos físicos, ganhando com isso uma maior dilatação de seus sentidos.
Enquanto se encontram na sala de cirurgia elas passam a ouvir de alguns presentes o que diz respeito a seu estado de saúde. Imediatamente elas voltam o olhar para seus corpos e sentem muitas vezes gratidão por aquele corpo inerte. Observam atentamente os médicos, assistentes e enfermeiras lutando para manter o corpo vivo. No entanto, a equipe médica não pode suspeitar que ali, próximo deles, está o paciente acompanhando todo o desenrolar dos acontecimentos sem sentir qualquer dor.
Vale acrescentar que também pode ocorrer em alguns casos a transformação do corpo extrafísico em forma de idade diferenciada do corpo físico.
Na EQM pela qual passei, assim que senti que estava afogando-me, após passar pelo ambiente escuro, imediatamente minha consciência moldou novamente meu corpo extrafísico, diferente daquele que uso na dimensão física. Isso ocorreu devido ao fato de que minha consciência já está habituada a aparência de seu invólucro, ou veículo de manifestação de minha consciência.
Para melhor elucidar os fatos, eis aqui um relato que me chegou às mãos por meio de um menino que vou chamá-lo de L. F. que vivenciou um desses experimentos.
Ele disse o seguinte:
“– . . . quando eu estava no hospital e entrei na sala de cirurgia, me colocaram em uma máquina escura. De repente vi uma luz muito clara e um caminho muito longo. Andei bastante e cheguei a um lugar de dois caminhos. Entre eles, encontrei aquela mulher de branco que eu via no hospital. Cheguei até ela e coloquei a mão em seu braço quando ela me disse que era para retornar de onde tinha vindo, que ali não era meu lugar e que minha mãe precisava muito de mim.”
Nesse período, o menino em questão sofreu complicações de saúde e seu estado era crítico. Na verdade ele passou por uma E. Q. M. e manteve toda a rememoração desse estado.
Essa senhora que ele se refere era uma entidade extrafísica que o acompanhava desde que ele deu entrada no hospital. No entanto, é comum em crianças que elas apresentem uma certa dificuldade em distinguir uma pessoa intrafísica da uma extrafísica. Isso ocorre porque seus centros energéticos estão acoplados na intermediação entre o corpo físico e extrafísico e elas