Livros Escritos

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Postura

São 22h00min da noite em Santos.
Muita chuva e frio. Adoro frio e se possível vento e chuva tudo no mesmo dia e no mesmo instante.
Muita saudade não sei do quê. Momento supremo. Ouvir Dionne Warwick realmente é uma benção. Antes ouvi Diana Ross. Fantásticas. Voz incomparável.
Últimos acontecimentos. Não me agradaram em nada. Precisava expor. Ordem de superiores. A Consciologia não admite gurus. Não comporta mandantes e mutantes. Zera tudo. Não deixa nada em pé. Caso for preciso, começar tudo de novo.
Ordem cumprida. Sensação de vazio. É preciso andar, caminhar para nova vida. Hoje o refresco como disse um Amparador. Na próxima a coisa vai pegar. Fazer o que? Foi isso que escolhi.
Amanhã assisto Avatar. Grande sintonia com o povo da floresta. Momentos de recordação.
Logo vou dormir. Trabalhar fora do corpo. Voltar no dia seguinte. Trabalho no físico.
Paranormalidade parece bom. Não é.
Bom é andar na praia com alma gêmea. Distante. Floresta próxima. Ainda bom. Sem presença feminina. Quem tem não valoriza.
Brilho da mulher. Luzes multicoloridas do caráter valorizado.
Que macho olha. Admira. Feliz dele. Contemplativo, poeta. Olhos inocentes. Malícia na alma. Que a quer. Mas não pode tocá-la. Projeta a consciência. Única forma de encontrá-la no astral. Quantas vidas juntos?
Quando uma delas vem à outra à espera no astral. E nesse ir e vir, ambas se completam.
E continuo ouvindo Diana Ross. . .

domingo, 28 de agosto de 2011

Ao Felipe

Eu sabia que não estava falando contigo. Era com eles, isto é, do mundo extrafísico Faz parte.
O importante é a pessoa exercer o direito de manifestar sua opinião.
Procuro sempre ver o lado bom da coisa e você já defendeu o blog publicamente.
E também é bom ver você e o Alexandre novamente.
Bom domingo a todos.

sábado, 27 de agosto de 2011

O Quadrante

Logicamente que ele vai passar essa técnica de tirar o foco da consciência para ela, mas não surtirá efeito visto que essa moça nem pensar sabe. Para pensar é também preciso ter técnica apurada.
Digo isso porque já estive rondando seu rastro energético e em matéria de pensamento ela é nula. É primária e não tem noção nem do mundo que está apenas se deixa ser levada pela vida.
Quando morrer vai se deparar com o remorso e também com seus obsessores que são muitos. Vai pedir para voltar rápido. Se vier num corpo disforme, pois, vai querer se livrar do assédio o mais rápido possível vai sofrer de tormentos. Seu corpo energético estará em frangalhos. E se vier num corpo aparentemente normal vai continuar a usar o corpo para atingir seus objetivos. Sendo assim, vai se afundar ainda mais no lodaçal em que vive.
Enfim, são esses os quadrantes que conduzem as pessoas inescrupulosas ao desastre.

O Quadrante

Aliou-se a seres que origem desconhecida e duvidosa.
Tornou-se inimigo de grupos de Entidades Nível 2, visto que quando eu estava em Belo Horizonte para participar do Congresso um grupo dessas entidades, procurou-me e disseram que iam desferir um grande ataque a sociedade que ele preside no Sul do país. Cansei de avisar que ia acontecer e aconteceu.
No plano extrafísico só é respeitado pelos membros do seu grupo. A quantidade de inimigos dele no mundo extrafísico é enorme.
Tenho meus inimigos tanto que eles me encontraram nesta vida quando eu tinha três anos de idade e tive uma EQM “Experimentos Fora do Corpo”, mas esses inimigos são por uma questão conceitual, nada pessoal. Tanto que sou respeitado por eles.
A vibração dele de tão pesada que é já não consegue mais fazer projeções de consciência translúcidas. Não consegue volitar. E se volita é em baixa atitude.
Quando morrer seu campo energético de tão pesado que está vai criar um empuxo, e sua consciência vai mergulhar num abismo criando um buraco negro no tempo e espaço que só vai parar quando encontrar um plano coadunado com sua própria vibração.
Doutrina sua mente no sentido de não sentir remorso pelas coisas que pratica. Isso é uma boa técnica. Finge que estuda e lê muito, mas é justamente para não deixar sua mente cair em divagações o que para ele não será bom. E quando morrer estará livre, pois, sua mente está viciada em suas considerações de ser sempre bom, perfeito, infalível, belo e sedutor.
Essa é uma maneira de se livrar do carma conceitual. Manipulas a tua mente e estarás livre de teu julgamento. Entretanto, existe o quantum energético e disso ninguém escapa. De tão fixo que ele está no mundo energético, certamente vai ter problemas para conviver com seu lastro.
Estou dizendo isso porque tenho motivos visto que ele ao aceitar o apoio da organização que me sustenta, aceitou suas determinações e ele se aproveitando disso trabalhou em causa própria. Agora eles estão mandando a conta, e cobram mesmo pra valer.
Eu já disse aqui de uma criaturinha que escreveu algumas coisas no meu notebook para eu dizer. Agora não dá mais para eu ficar calado.
No tocante a moça digo que não tenho nada pessoal com ela.
Há uns dezoito anos quando fui me encontrar no ele em Alphaville, no almoço eu disse pra ela que a tinha visto num programa de televisão que ela dizia que a pessoa que se suicida tem outra realidade. Ao dizer isso para ela, sorriu como se tivesse me convencido de alguma coisa ou então mostrando seu lado vaidoso. Foi o pior que aconteceu com ela, pois, naquele exato problema penetrei em suas energias e adentrei em seu corpo. Agora não dá para ela escapar mais de mim, onde estiver, saberei.
Desde o início do relacionamento macabro dessa dupla infeliz nunca vi um trabalho relevante que ela possa ter feito. Nada dela presta.
Hoje diz orgulhosa no Facebook que chegou aos quarenta anos. Nem pensa no que a espera. Certamente acredita que seu mentor vai livrá-la da roubada que entrou. Acredito que não, pois, ele oportunista que é, e estando no mundo extrafísico, jamais vai deixar as vantagens que lá vai desfrutar para vir aqui mostrar reconhecimento pela sua dupla evolutiva. Esse tipo de homem joga com interesses do submundo. Na Cruzeiro do Sul, em Santana, São Paulo sempre dizia que levava vantagens nas coisas que fazia, principalmente nas moças do balcão de desembarque quando vinha da Europa ou Estados Unidos. Ao ser recebido pela funcionária dizia que jogava bastante energia nelas para confundi-las. É isso, é sempre assim. Ele não muda nunca. O todo poderoso homem de negócios, paranormal atuando em cima de uma funcionária com o nítido propósito de levá-la ao erro. Uma moça que sabe lá que horas da madrugada levanta para trabalhar? Moças que dependem duma condução seja ônibus ou metrô para chegar ao trabalho? Que sendo casada ainda tem que trabalhar em casa e dar conta de marido e filhos? Por que ele não procura alguém do tamanha dele?
E depois exige bons exemplos das pessoas. . .

O Quadrante

Pensei por várias vezes em não escrever este artigo. Venho pensando isso há semanas. No entanto, existe o meu lado que sabe de algumas coisas do plano extrafísico e que não deve ser omitido.
Então em nome da organização extrafísica que me sustenta, do esclarecimento que devo prestar principalmente aqueles ou aquelas pessoas inocentes, em nome de minha paranormalidade, digo que não tenho como esconder de como determinados paranormais agem para se livrar de situações, principalmente as amorosas.
Muito se tem falado em evocações e o bem ou mal que elas produzem principalmente em pessoas. Mas, vamos voltar ao plano extrafísico mais precisamente no perídio intermissivo.
Há muito tempo que os maiorais da evolução humana planejavam uma retomada do ser humano com a consciência propriamente dito. Sendo assim, mesmo contra minha vontade (ver EQM do meu livro Experimentos Fora do Corpo), aceitei a missão e após a Segunda Guerra a mando da entidade que me amparada ter dito “volte a Terra e trabalha em algo que acreditas ser bom”, comecei a procurar aquele que seria meu pai nesta vida. Pois, seguimos nossa própria genética, exemplo: aquele que foi meu pai nesta vida eu fui Amparador dele no Peru. E um dos meus filhos que também foi sacerdote no Peru eu também fui Amparador dele e os vi sendo mortos pelas forças espanholas.
Assim que localizei meu pai percebi que não seria possível ser filho dele com sua esposa, visto que havia o problema fator Rh, que seus dez filhos que tivera com a esposa, nove morreram e a única que conseguiu sobreviver foi uma filha, mesmo assim com problemas de ordem mental.
E parou nisso até que num dia qualquer do mês de Novembro de 1.946 recuperei a consciência contínua num corpo de bebê conforme foto anexada no meu livro “Experimentos Fora do Corpo”. Na ocasião já estava aqui e minha mãe era uma linda filha de árabe com seus vinte e sete anos.
O tempo foi passando e cada vez mais eu tinha certeza que houvera assumido um relevante trabalho no plano extrafísico que começou num apartamento na Visconde de Pirajá, Ipanema, Rio de Janeiro.
Com relação a minha esposa eu tinha absoluta convicção que seria por determinado tempo nossa relação, isto é, até que o trabalho se consolidasse, depois disso, cada um tomaria seu rumo. E foi justamente isso que ocorreu. No entanto, um colega não soube esperar que o tempo findasse seu relacionamento com a esposa e, preferiu ele mesmo abreviar a situação e aconteceu o pior.
Quando ela o conheceu foi justamente para corrigir um problema na mama direita e mal sabia que estava frente a frente com a pessoa que lhe arruinaria a vida.
O tempo passou até que ele conheceu uma jovem de seus dezoito anos, talvez menos ou talvez mais. Mas, na realidade ela não tinha mais que vinte anos. Ele contava na época com sessenta e cinco anos.
Ele julgando ser o dono da cocada preta mal dava importância aos sentimentos da esposa que, humilhada ainda tinha que aceitar a escolhida do marido em sua própria casa.
Então veio o pior.
Agora, como é que se faz para tirar uma pessoa do caminho sem deixar vestígios?
Justamente na evocação programada com a imantação da casa, cômodos e móveis com a energia. A mulher que nada sabe e a grande maioria delas não sabem mesmo disso, pois, jamais vão admitir que possa existir alguém com tamanha maldade, não leva essa questão a sério. Então o homem passa a imantar paredes com sua energia, programando-as para causar desequilíbrio na esposa. E mesmo distante em outra cidade ou país manipula e age no desequilíbrio da esposa. E também pode agir na mente ou órgãos do corpo físicos de maneira letal.
Esse é o pior tipo de evocação. Somente os magos negros a executam.
Conseguido seu intento e agora com o caminho livre o conquistador precisava criar algo para encobrir seu ato macabro e veio então “Os Inversores” mais tarde “Duplas E. . .” que não tem nada de especial.
Isso sem contar que eu ao estar presente na Feira do Livro em Curitiba para lançar o livro “O Homem de Três Corpos” me disseram que num desses seus horríveis cursos de aprendizado sexual, uma senhora ao perguntar para ele o que ela achava dela ter adotado uma criança, ele disse que ela havia assumido um carma de vinte anos.
Nunca vi pessoa tão mal informada em relação ao plano extrafísico. Minha mãe adotou duas crianças ainda bebês, Débora e Marco Antônio e quando ela morreu foi recebida com festa no mundo dos espíritos. Sei disso porque a acompanhei e vi a maneira como foi recebida.
É sempre assim, a opinião dele está acima da ordem do Universo.
Suas atitudes após a publicação de seu grande livro tem sido cada vez mais catastróficas. . . .

Indicação

Nesta noite recuperei a consciência num plano onde eu olhava para o mapa do Brasil e uma havia o local marcado no Estado de Goiás que devo iniciar algo novo no sentido de adquirir vasta região de terras.
Havia uma entidade que eu não via, mas ela demarcou com vários Xs o local exato.
Por enquanto não vou dizer onde fica e nem com os estados que ele faz divisa, isso para não gerar expectativa no sentido de haver uma corrida ao local no sentido do que pode ser encontrado naquela região.
Caso a aquisição da terra por minha parte, devo dedicar-me somente a cultura do cacau. Nada mais que isso.

sábado, 20 de agosto de 2011

Seres Diferenciados

Tenho aqui um experimento realizado no dia 16Ago2011 em minha casa.
Após o trabalho de Tenepes recupero a consciência num plano em que estou no topo de um monte como se soubesse de antemão o que iria acontecer.
Olho para baixo e observo mais adiante o que seria uma cidade. No entanto, não noto construções ou algo que se assemelham normalmente as construções de cidades.
Em dado momento surge à minha frente um casal com forma humanóide. Porém, as partes que compõem o conjunto do que seria o corpo físico, isso não existe. Órgãos internos também não há. O que diferencia aqueles seres são os cromossomos que surgem do interior dos corpos do casal como se brotassem espontaneamente e se misturassem com o ambiente carregados pelo vento como se fossem bolhas de sabão que as crianças brincam
Enquanto eu observava essa maravilha da Natureza o jovem diz:
- Somos diferenciados!
E não precisava dizer que eles fossem diferenciados em sua forma de ser, mas da maneira visível como eles se expunham. Estava tudo ali na minha frente. O rapaz exteriorizava cromossomos Y a jovem cromossomos X, o que não podia ser de outra maneira.
Explicando melhor; é como se uma pessoa estivesse num trabalho de Tenepes exteriorizando energia e seu corpo nos brindando com essa linda manifestação.
Não senti surpresa no que via, encarei a situação como se fosse absolutamente normal. Mas, que estava maravilhado, isso estava.
Foi então que o casal convidou-me para acompanhá-los. Aceitei o convite e caminhamos em direção á cidade. Lá chegando milhares de casais de mãos dadas passeavam pelas ruas. O brilho das construções era algo de maravilhoso. As edificações eram invisíveis a minha vista. Entretanto, eu sabia e sentia que elas estavam por onde caminhávamos. Não havia uma central energética, as pessoas contavam com iluminação geral em todos os cantos da cidade. Não havia sombras.
Percebi então que estava num local onde as Almas Gêmeas se encontram. Difícil ver algum lugar desfrutando de tamanha harmonia que era visível aos meus olhos. Sentia que a felicidade transbordava naqueles seres e todos eles compostos por cromossomos visíveis que ao saírem de seus corpos, pareciam pólen levados pelo vento.
O bem estar, a harmonia, a felicidade dos moradores em participar comigo daquele momento era visível e eu me sentia como se fosse um deles.