Livros Escritos

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Análise do Experimento Anterior

Existem alguns experimentos que merecem uma análise mais apurada para não deixar dúvidas da veracidade e também, apontar algum ponto que tenha surgido despercebido.
O experimento a primeira vista pode ser considerado comum. Tudo a sua volta é do tipo padrão em que o projetor recupera a consciência num determinado plano e participa da vida da colônia mesmo que seja por um instante. No entanto, existe algo muito significativo que é bom registrar. Esse ponto é justamente quando a entidade propõe um relacionamento para mim e respondo que sou intrafísico. É nesse exato momento que minha consciência usando de sua determinação, faz-se presente ao separar uma questão da outra, ou seja, não posso me relacionar com alguém do mundo extrafísico.
Agora, isso normalmente acontece? Não. O que ela fez saiu do padrão ou então provocou no mínimo uma situação inusitada ao se fazer presente dizendo que eu não podia ter relacionamento com alguém do mundo extrafísico.
É sempre que isso ocorre? Também não. Na maioria das vezes minha consciência se comporta como se eu já fosse um cidadão do plano extrafísico. Exemplo disso são meus experimentos quando estou desempenhando missões como bombeiro. Lá é como se eu fosse um extrafísico.
Quando estou projetado em viagem de estudos percebo que estou lá por pouco tempo, isto é, o suficiente para saber que estou colhendo pormenores para elaborar algum estudo ou trabalho. E tenho perfeita consciência que estou lá só de passagem.
Quando tenho projeções de corpo mental também sei que aquele estado é temporário e que ao terminar a razão para eu estar naquele plano logo estarei no meu corpo físico.
Isso deixa claro que mesmo possuindo um determinado grau de agilidade extrafísico por algumas vezes, sou prisioneiro do determinismo de minha consciência. Ela, na verdade, é que determina o meu grau de percebimento de toda e qualquer situação. Sendo assim, até que nível eu determino a obrigatoriedade de minha consciência seguir-me em minhas viagens extrafísicas? Não estarei subjugando esse direito dela escolher o que é melhor para mim, procurando com isso, livrar-me de diversos dissabores futuros?
Foi por esse motivo que demorei alguns dias para lançar o artigo no blog. Nesses dias pensei que não estará a Conscienciologia menosprezando essa questão de independência da consciência em agir conforme sua vontade e necessidade?
Já disse aqui que o ideal seria idealizar uma Conscienciologia nos moldes extrafísicos para o plano físico e não da maneira como foi idealizada partindo de conceitos puramente físicos para o mundo extrafísico. Analisar a consciência partindo das leis físicas pode se tornar efeito borracha que vai e volta ao ponto de partida.
Há muito tempo que tenho o capricho de lançar no blog projeções triviais, mas todas elas contendo mensagens devidamente embutidas no sentido de apontar para onde a consciência humana está se dirigindo e qual sua mensagem para nós.
Quando o Waldo lançou o Projeciologia, logo após uns três ou quatro meses eu o visitei no Rio de Janeiro e no seu escritório sugeri a ele que já começasse a trabalhar na Consciencilogia. Ao ouvir isso Waldo arregalou os olhos em sinal de surpresa. Não sei se ele já estava preparando o livro ou se aceitara minha idéia. A verdade é que ele demonstrou surpresa ao ouvir minha sugestão.
Acontece que eu não esperava que o IIP e o CEAEC dispensassem todos os paranormais ou sensitivos da instituição. E isso foi um erro, pois, a conscienciologia que eu sugeri não poderia dispensar os paranormais, tendo em vista que seria preciso fazer minucioso levantamento que padronizasse os experimentos buscando respostas de como a consciência se comporta no mundo extrafísico. Isso não foi feito.
Como se pode propor uma obra de tal envergadura sendo que ela não foi fundamenta em experimentos?
A conscienciologia que sugeri era para analisar a consciência manifestada estudando a mesma nos diversos Estados Diferenciados de Consciência, com planos e subplanos fundamentada nos padrões de centenas de experimentos. Não aparecer com um livro ou tratado sugerindo que os apontamentos de uma só pessoa fossem válidos para os estudos profundos da consciência.
O que sempre defendi na época é que se estudasse a paraanatomia do psicossoma na obra Projeciologia. Estudar e fazer experimentos por décadas para só então, depois de formar um grupo de nível excepcional começar a fazer experimentos práticos da consciência manifestada em seus vários níveis e ambientes.
Mais uma vez fui voto vencido e prevaleceu à vontade dos integrantes da segunda geração do instituto com o total apoio do Waldo. E hoje fico aqui no meu silêncio dizendo para mim mesmo:
- Mas não é assim que minha consciência se comporta. Nossa visão não combina.
E olha que minha genética extrafísica e a dele são bem parecidas. Viemos do mesmo planeta. Lá é comum nós nos projetarmos. Fazemos isso com facilidade. Acontece que somos bem diferentes da maneira de entender e expor esse assunto. Se ele deixasse de marcar seus projetos pelo lado pessoal tudo seria mais fácil de entender.