No próximo sábado às 08h00min estarei sendo entrevistado por uma emissora de rádio aqui em Santos.
A pessoa interessada deve sintonizar www.saudadefm.com.br
Até mais.
Vasco.
Livros Escritos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
No Mundo do Quantum I
Muito bem.
Agora vamos começar as avaliações do experimento título.
Vocês estão liberados para fazer suas considerações. Relaxem e não se sintam reprimidos, ninguém nasce sabendo. O que parece não ser importante, às vezes é. Sendo assim, vocês têm toda liberdade em fazer seus apontamentos.
Lembre-se que vocês estiveram comigo nesta viagem, isso não é fruto de minha imaginação.
Antes de prosseguirem vou dizer o que aconteceu logo após esse experimento.
Eu fiz o texto e fui dormir mais um pouco. Logo em seguida recupero a consciência na companhia de vocês e adentrávamos no CEAC, pela parte da lateral direita do complexo em que eu via a biblioteca cerca de duzentos metros de onde estávamos.
Vocês cantavam a música “Can You Feel The Love Tonight” de Elton John.
Essa música é linda é a mais bonita que acho ao lado da “Celtic Woman – May It Be” da Enia. Elas são lindas, são minhas preferidas.
Não sei se vocês estavam cantando a música de Elton John em minha homenagem, mas se fizeram isso, adorei o presente.
Quando estive no CEAC em Dezembro passado, fiquei conhecendo uma moça chamada Renata, professora de projeção. Conversamos rapidamente e não tive a oportunidade de dizer para ela que seria interessante, estimular a técnica da música no estudo da projeção consciente, justamente para criar maior unidade no grupo de alunos. Na época não foi possível dizer isso.
Agora é com vocês, façam suas observações.
Agora vamos começar as avaliações do experimento título.
Vocês estão liberados para fazer suas considerações. Relaxem e não se sintam reprimidos, ninguém nasce sabendo. O que parece não ser importante, às vezes é. Sendo assim, vocês têm toda liberdade em fazer seus apontamentos.
Lembre-se que vocês estiveram comigo nesta viagem, isso não é fruto de minha imaginação.
Antes de prosseguirem vou dizer o que aconteceu logo após esse experimento.
Eu fiz o texto e fui dormir mais um pouco. Logo em seguida recupero a consciência na companhia de vocês e adentrávamos no CEAC, pela parte da lateral direita do complexo em que eu via a biblioteca cerca de duzentos metros de onde estávamos.
Vocês cantavam a música “Can You Feel The Love Tonight” de Elton John.
Essa música é linda é a mais bonita que acho ao lado da “Celtic Woman – May It Be” da Enia. Elas são lindas, são minhas preferidas.
Não sei se vocês estavam cantando a música de Elton John em minha homenagem, mas se fizeram isso, adorei o presente.
Quando estive no CEAC em Dezembro passado, fiquei conhecendo uma moça chamada Renata, professora de projeção. Conversamos rapidamente e não tive a oportunidade de dizer para ela que seria interessante, estimular a técnica da música no estudo da projeção consciente, justamente para criar maior unidade no grupo de alunos. Na época não foi possível dizer isso.
Agora é com vocês, façam suas observações.
No Mundo do Quantum
A vocês que seguem este blog, vamos hoje fazer uma viagem a Cidade Do Quantum. É uma rápida viagem onde vocês vão tomar contato com vossas consciências e a maneira de ver como elas reagem naquele mundo.
Hoje vocês serão observadores.
Estamos numa sala e vão se acomodando da melhor maneira possível. Soltem os laços dos pijamas, braços estendidos ou dobrados sobre o peito, fechem os olhos e procurem sentir o ambiente em que estão. Beeeemmmmm calmos vocês vão se soltando, mas sem deixar de manter a sintonia comigo.
Então vamos. Vamos indo. . . indo. . . . indo. . . e logo vocês estão adentrando comigo no Mundo do Quantum.
Estamos num campo como se fosse um imenso quadro de pintura da dimensão de uma parede de residência. Vocês não estranham, mesmo não tendo nada que possa lembrar o mundo físico. Nesse momento passa a nossa frente um homem. Esse homem não registra a nossa presença. Ele segue normalmente pensando no que vai fazer quando chegar ao seu destino.
Seguramente algo lhes diz que vocês vieram desse mundo, por isso não estranham.
A seguir eu mando vocês pensarem numa árvore e a desenhar com seus traços. Vocês obedecem e logo em seguida lá está à árvore a vossa frente. Continuando em nossa viagem eu os levo para visitar uma cidade. Nessa cidade a rotina segue normalmente com as pessoas desempenhando cada uma suas funções.
Paramos à frente de uma oficina e vejo no interior da oficina um pintor de veículos dando os últimos retoques na funilaria do carro, ele pintava o pára lama trazeiro esquerdo. Do ponto que estávamos não dava para ver o trabalho do pintor. Então peço para ele mostrar o serviço. Em seguida aparece o carro à frente de vocês e virado numa posição que vocês possam ver o trabalho. Cada um nota que a tinta era vermelha, cor muito apropriada para um carro esportivo sem capota. Nada há para registrar. Vocês apenas olham e acompanham minhas exposições. Estão calmos, atentos e são disciplinados por natureza.
Após todos conferirem o trabalho o carro se retira passando a frente da oficina e entrando pela porta dos fundos da oficina retornando a posição original.
Em seguida imagino um jornal impresso para vocês lerem. Ele surge no chão bem a frente de vocês. Eu agacho, pego o jornal e vocês começam a ler as notícias do dia. No jornal há uma cena de violência. Uma pessoa matou a outra. Imediatamente surge a vossa frente à cena do crime. O quadro do que aconteceu está justamente ali sem o cadáver da pessoa que morreu embora eu saiba quem foi. Mas, por uma questão de ética não digo quem foi e não permito que vocês vejam. Essa cena é estática, não possui movimentos.
Foleando o jornal vocês se deparam com a notícia de um avião que enfrentava uma tempestade e estava encontrando dificuldade para chegar ao aeroporto. Nesse momento vocês são transportados até o local da cena. Lá chegando notam que o avião sobrevoa a costa marítima. Muito vento, chuva e o perigo iminente dele perder altura e se chocar com as pedras. O mar revolto atesta que realmente o perigo ronda a aeronave. Vocês assistem a cena, mas não participam.
Após o término desses experimentos faço pequena exposição dos fatos e vocês retornam a seus corpos. Após proceder minha interiorização, levanto-me para escrever este experimento e confiro as horas no relógio que marca 04h50min de hoje.
A consideração destes experimentos vem no próximo artigo. Peço a vocês que não façam perguntas por enquanto senão o assunto fica fragmentado. Tenho que me deter para responder as perguntas e não desejo perder a linha seqüencial do experimento.
No texto há situações explicadas por mim em artigos anteriores, vamos ver a percepção individual de cada um, ok?
Até mais. . .
Hoje vocês serão observadores.
Estamos numa sala e vão se acomodando da melhor maneira possível. Soltem os laços dos pijamas, braços estendidos ou dobrados sobre o peito, fechem os olhos e procurem sentir o ambiente em que estão. Beeeemmmmm calmos vocês vão se soltando, mas sem deixar de manter a sintonia comigo.
Então vamos. Vamos indo. . . indo. . . . indo. . . e logo vocês estão adentrando comigo no Mundo do Quantum.
Estamos num campo como se fosse um imenso quadro de pintura da dimensão de uma parede de residência. Vocês não estranham, mesmo não tendo nada que possa lembrar o mundo físico. Nesse momento passa a nossa frente um homem. Esse homem não registra a nossa presença. Ele segue normalmente pensando no que vai fazer quando chegar ao seu destino.
Seguramente algo lhes diz que vocês vieram desse mundo, por isso não estranham.
A seguir eu mando vocês pensarem numa árvore e a desenhar com seus traços. Vocês obedecem e logo em seguida lá está à árvore a vossa frente. Continuando em nossa viagem eu os levo para visitar uma cidade. Nessa cidade a rotina segue normalmente com as pessoas desempenhando cada uma suas funções.
Paramos à frente de uma oficina e vejo no interior da oficina um pintor de veículos dando os últimos retoques na funilaria do carro, ele pintava o pára lama trazeiro esquerdo. Do ponto que estávamos não dava para ver o trabalho do pintor. Então peço para ele mostrar o serviço. Em seguida aparece o carro à frente de vocês e virado numa posição que vocês possam ver o trabalho. Cada um nota que a tinta era vermelha, cor muito apropriada para um carro esportivo sem capota. Nada há para registrar. Vocês apenas olham e acompanham minhas exposições. Estão calmos, atentos e são disciplinados por natureza.
Após todos conferirem o trabalho o carro se retira passando a frente da oficina e entrando pela porta dos fundos da oficina retornando a posição original.
Em seguida imagino um jornal impresso para vocês lerem. Ele surge no chão bem a frente de vocês. Eu agacho, pego o jornal e vocês começam a ler as notícias do dia. No jornal há uma cena de violência. Uma pessoa matou a outra. Imediatamente surge a vossa frente à cena do crime. O quadro do que aconteceu está justamente ali sem o cadáver da pessoa que morreu embora eu saiba quem foi. Mas, por uma questão de ética não digo quem foi e não permito que vocês vejam. Essa cena é estática, não possui movimentos.
Foleando o jornal vocês se deparam com a notícia de um avião que enfrentava uma tempestade e estava encontrando dificuldade para chegar ao aeroporto. Nesse momento vocês são transportados até o local da cena. Lá chegando notam que o avião sobrevoa a costa marítima. Muito vento, chuva e o perigo iminente dele perder altura e se chocar com as pedras. O mar revolto atesta que realmente o perigo ronda a aeronave. Vocês assistem a cena, mas não participam.
Após o término desses experimentos faço pequena exposição dos fatos e vocês retornam a seus corpos. Após proceder minha interiorização, levanto-me para escrever este experimento e confiro as horas no relógio que marca 04h50min de hoje.
A consideração destes experimentos vem no próximo artigo. Peço a vocês que não façam perguntas por enquanto senão o assunto fica fragmentado. Tenho que me deter para responder as perguntas e não desejo perder a linha seqüencial do experimento.
No texto há situações explicadas por mim em artigos anteriores, vamos ver a percepção individual de cada um, ok?
Até mais. . .
terça-feira, 29 de junho de 2010
Equipe de Pesquisa
Respondendo a Alexandre.
A equipe daquela época era composta pelas seguintes pessoas com as respectivas funções:
- Sílvia Lúcia Costa; coordenadora e presidente do conselho deliberativo.
- Waldo Vieira; paranormal.
- Wagner Borges; paranormal.
- Vasco Vasconcellos; paranormal.
- Samuel e Regina de Souza; físicos e presidente do departamento científico.
- Henrique de Carvalho; físico.
- Wagner Alegreti e esposa; engenheiro.
- Elizabeth Vieira; assistente do Waldo.
- Moacir; estudioso.
- Glorinha; colaboradora (namorada do Wagner Borges).
- Dra. Graciema; médica chefe do corpo clínico do instituto.
- Pia Steineir; bióloga e graduada pela Sorbornne - Paris.
Era esse o pessoal que formava a equipe de pesquisa.
Cada um teve uma história de vida no IIP (Instituto Internacional de Projeciologia).
A equipe daquela época era composta pelas seguintes pessoas com as respectivas funções:
- Sílvia Lúcia Costa; coordenadora e presidente do conselho deliberativo.
- Waldo Vieira; paranormal.
- Wagner Borges; paranormal.
- Vasco Vasconcellos; paranormal.
- Samuel e Regina de Souza; físicos e presidente do departamento científico.
- Henrique de Carvalho; físico.
- Wagner Alegreti e esposa; engenheiro.
- Elizabeth Vieira; assistente do Waldo.
- Moacir; estudioso.
- Glorinha; colaboradora (namorada do Wagner Borges).
- Dra. Graciema; médica chefe do corpo clínico do instituto.
- Pia Steineir; bióloga e graduada pela Sorbornne - Paris.
Era esse o pessoal que formava a equipe de pesquisa.
Cada um teve uma história de vida no IIP (Instituto Internacional de Projeciologia).
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Estado Vibracional
Respondendo a um leitor que deseja saber a origem do Estado Vibracional.
Caro leitor.
A questão do Estado Vibracional acompanha a linha da evolução no que diz respeito aos mecanismos de defesa desenvolvidos pelo ser humano.
Lá pelos idos de 1978, a Sílvia Lúcia já falava num mecanismo que isolava a pessoa não permitindo que fosse molestada. Era só fazer o movimento das energias seguindo o ritmo respirar – aspirar do corpo humano, que a pessoa estaria bloqueando energias ruins. Esse sistema chamava-se Escudo Protetor, porém não era perfeito, pois, também isolava a pessoa de receber idéias dos Amparadores.
Sílvia continuou por muito tempo falando que mais valia deixar o sistema “aberto” que fechado. Isso evidentemente apresentando as razões de tal proposta.
Eu comecei a desenvolver meu trabalho dos Campos Expansivos também nessa época, embora meu conhecimento desse campo tenha ocorrido à primeira vez quando eu tinha seis anos de idade.
Então vamos considerar o seguinte: hoje o Escudo Protetor está melhor do que antes tal qual a física que veio evoluindo desde a pré história, em que o homem das cavernas desenhava os sistemas estelares. Se acompanharmos essa linha de raciocínio veremos que Galileu, Newton, Einstein e outros seguiram a linha do tempo iniciada na pré história.
Tal fato também acontece na projeção consciente em que cada um de nós acrescenta novos paradigmas sem contundo, perder a espinha dorsal do sistema que é a manifestação da consciência fora do corpo. Porém, há uma questão que vou falar mais a frente.
Os projetores de hoje são os sucessores daqueles que já passaram por aqui e vamos seguindo sempre assim. Acontece que Waldo Vieira dividiu o estudo da projeção em duas épocas, o antes e depois da obra Projeciologia. Isso pode ser considerado como o grande passo na linha de pensamento. Posteriormente ele criou e definiu com a obra Conscienciologia os mecanismos nos quais a consciência iria transitar livremente pela projeção consciente.
Ocorre que, muitas pessoas inverteram a ordem natural da proposta. Eles preferem a conscienciologia ao invés da pesquisa de como a consciência se comporta no plano extrafísico - na prática - ou seja, praticando a projeção de consciência.
Estudar a manifestação da consciência no plano físico é uma coisa, projetar-se e averiguar de como a consciência (dele) está se manifestando no plano extrafísico é outra. Os mecanismos são totalmente diferentes. Isso porque os universos do plano extrafísico têm comportamentos diferenciados e cada um se comporta a sua maneira. E os universos mentais, comportam-se ainda mais distintamente.
Diante disso nós temos o que?
Temos uma quebra na ordem seqüencial da linha de contato mais profundo com o mundo extrafísico, justamente porque o pessoal está começando o banquete pela sobremesa e não pelo prato principal. Exemplo disso é falar em recesso projetivo, se o recesso não existe. O que existe é falta de rememoração. E isso acontece por vários fatores.
Então vemos o seguinte: vamos esclarecer primeiro uma questão em nossa evolução e depois partir para outra, sem pressa. Não é preciso toda essa correria.
Até hoje nunca peguei em minhas mãos o livro Conscienciologia do Waldo e só o farei quando realmente estiver preparado para entender o que está ali. Aí sim, vou absorver tudo aquilo de uma maneira total é única. Com a certeza absoluta que estarei dando mais um passo na minha evolução.
Caro leitor.
A questão do Estado Vibracional acompanha a linha da evolução no que diz respeito aos mecanismos de defesa desenvolvidos pelo ser humano.
Lá pelos idos de 1978, a Sílvia Lúcia já falava num mecanismo que isolava a pessoa não permitindo que fosse molestada. Era só fazer o movimento das energias seguindo o ritmo respirar – aspirar do corpo humano, que a pessoa estaria bloqueando energias ruins. Esse sistema chamava-se Escudo Protetor, porém não era perfeito, pois, também isolava a pessoa de receber idéias dos Amparadores.
Sílvia continuou por muito tempo falando que mais valia deixar o sistema “aberto” que fechado. Isso evidentemente apresentando as razões de tal proposta.
Eu comecei a desenvolver meu trabalho dos Campos Expansivos também nessa época, embora meu conhecimento desse campo tenha ocorrido à primeira vez quando eu tinha seis anos de idade.
Então vamos considerar o seguinte: hoje o Escudo Protetor está melhor do que antes tal qual a física que veio evoluindo desde a pré história, em que o homem das cavernas desenhava os sistemas estelares. Se acompanharmos essa linha de raciocínio veremos que Galileu, Newton, Einstein e outros seguiram a linha do tempo iniciada na pré história.
Tal fato também acontece na projeção consciente em que cada um de nós acrescenta novos paradigmas sem contundo, perder a espinha dorsal do sistema que é a manifestação da consciência fora do corpo. Porém, há uma questão que vou falar mais a frente.
Os projetores de hoje são os sucessores daqueles que já passaram por aqui e vamos seguindo sempre assim. Acontece que Waldo Vieira dividiu o estudo da projeção em duas épocas, o antes e depois da obra Projeciologia. Isso pode ser considerado como o grande passo na linha de pensamento. Posteriormente ele criou e definiu com a obra Conscienciologia os mecanismos nos quais a consciência iria transitar livremente pela projeção consciente.
Ocorre que, muitas pessoas inverteram a ordem natural da proposta. Eles preferem a conscienciologia ao invés da pesquisa de como a consciência se comporta no plano extrafísico - na prática - ou seja, praticando a projeção de consciência.
Estudar a manifestação da consciência no plano físico é uma coisa, projetar-se e averiguar de como a consciência (dele) está se manifestando no plano extrafísico é outra. Os mecanismos são totalmente diferentes. Isso porque os universos do plano extrafísico têm comportamentos diferenciados e cada um se comporta a sua maneira. E os universos mentais, comportam-se ainda mais distintamente.
Diante disso nós temos o que?
Temos uma quebra na ordem seqüencial da linha de contato mais profundo com o mundo extrafísico, justamente porque o pessoal está começando o banquete pela sobremesa e não pelo prato principal. Exemplo disso é falar em recesso projetivo, se o recesso não existe. O que existe é falta de rememoração. E isso acontece por vários fatores.
Então vemos o seguinte: vamos esclarecer primeiro uma questão em nossa evolução e depois partir para outra, sem pressa. Não é preciso toda essa correria.
Até hoje nunca peguei em minhas mãos o livro Conscienciologia do Waldo e só o farei quando realmente estiver preparado para entender o que está ali. Aí sim, vou absorver tudo aquilo de uma maneira total é única. Com a certeza absoluta que estarei dando mais um passo na minha evolução.
domingo, 27 de junho de 2010
Consciências
Existem várias consciências em nosso "Eu" ou essência independentes dos Veículos de Manifestação de Consciências.
Elas possuem autonomia entre si e coexistem pacificamente, alternando-se conforme o pressuposto do momento.
Nenhuma delas se prevalece sobre as demais.
Elas possuem autonomia entre si e coexistem pacificamente, alternando-se conforme o pressuposto do momento.
Nenhuma delas se prevalece sobre as demais.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Aviso aos Navegantes
Essa questão da pessoa achar que pode mudar o curso dos acontecimentos de sua atual vida intrafísica no tocante as suas escolhas, não é bem assim.
Existe a sincronicidade na questão dos compromissos assumidos lá atrás, ou seja, em vidas pregressas ou até mesmo no período intermissivo.
Nem tudo pode ser mudado.
Quanto mais consciente a pessoa for de sua consciência; livre arbítrio relativo.
Quanto menos consciente da pessoa for de sua consciência, menos poder de decisão.
“O buraco é bem mais embaixo.” – Vinícios de Moraes.
Existe a sincronicidade na questão dos compromissos assumidos lá atrás, ou seja, em vidas pregressas ou até mesmo no período intermissivo.
Nem tudo pode ser mudado.
Quanto mais consciente a pessoa for de sua consciência; livre arbítrio relativo.
Quanto menos consciente da pessoa for de sua consciência, menos poder de decisão.
“O buraco é bem mais embaixo.” – Vinícios de Moraes.
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