Livros Escritos

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Comunicações e Premonições

Recebi nesses dois últimos dias alguns emails e alguns perguntavam quanto à comunicação de entidades como saber que são evoluídas?
Independente da questão oral que pode ser trocado o “vós” por você, e assim por diante, a questão da evolução está na transformação do ambiente causada pela energia da entidade. A atmosfera muda completamente. As pessoas se sentem bem e o vigor físico causado pela energia é visível nas pessoas.
Caso houver algum paranormal de efeitos físicos voltado para a cura ele pode aproveitar o momento para formar acoplamento com a entidade e curar pessoas.
Perguntaram também a respeito de premonições.
E quanto a questão das premonições precisamos voltar à época do Egito e constatamos que as sacerdotisas desempenham função importante no reinado dos faraós. Não só os faraós as consultavam, mas também os generais dos exércitos para saber assuntos atinentes as guerras.
Depois vieram as pitonisas “. . . apresentavam seus oráculos durante um estado de frenesi, e que elas falavam coisas sem sentido que eram transformadas pelos sacerdotes do templo em enigmáticas profecias, preservadas na literatura grega.” (Wikipédia). No entanto, além o Oráculo de Delfos ter sido destruído pelos romanos as sacerdotisas foram abandonando essas práticas.
Talvez fosse pelo fato dos homens usarem as profecias para finalidades bélicas?
Após os adventos das sacerdotisas no Egito antigo e na Grécia elas não deixaram de se reunir em grupos para vidas no plano físico tanto que assumiram a missão de voltar a Terra como Celtas. No entanto, utilizando-se dessa roupagem estava claro que elas já não estavam predispostas a exercer as mesmas funções que as fizeram ser sacerdotisas, mas mulheres mágicas no sentido de exercer sua feminilidade aliada ao poder da fêmea.
Ao voltar na Idade Média, agruparam-se novamente ajudando a combater os saxões. Disseminaram sua genética pelo mundo, especialmente no Brasil que conta com a maior concentração de mulheres celtas.
Diferentemente da mulher druida que gosta do retiro, isolando-se em comunidades, a mulher celta, participa do dia a dia da nação que vive e prefere residir em cidades, especialmente nos grandes urbanos
Enfim, não se sabe o motivo real delas terem abandonadas suas antigas funções. Isso é um segredo que elas jamais revelarão, pois, manter segredo significa para elas manter a própria sobrevivência.
Quem agora exerce essa função são homens, os chamados paranormais.

A Vida é Bela

"Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer."

William Shakespeare

domingo, 2 de janeiro de 2011

Concordâncias

Ao Alexandre e Reynaldo Mello.
Os experimentos narrados por vocês e cada um escrito com um estilo, combinam perfeitamente com os meus a respeito da questão da estrutura do Universo, bem como, do assunto tempo espaço.
O Reynaldo teve o capricho de dizer que se parece como um transe. É justamente isso que parece ser. Não tenho outra explicação. E o Alexandre diferente de mim, pois, possui melhor didática, deu o toque de classe que faltava ao assunto.
Agora uma coisa me vem a mente, será que estamos no nível do antigo médium espírita que recebia mensagens das entidades e, sendo inconsciente, quando voltava ao estado normal não conseguia se lembrar do que havia transmitido? Isso porque seu cérebro físico não estava preparado para ser médium consciente?
Caso seja realmente isso, então nós estamos no limiar de um novo salto evolutivo na questão da consciência.
Será que nossa consciência "sente" que estamos prontos para essa nova tomada de posição?
Ocorreu agora que vocês mais o Felipe, podem colaborar na questão do e-Book com perguntas que pretendo fazer. O Maurício deve estar preparando o material pertinente as que ele pretende propor. Seria ótimo que vocês também participem.
Não posso receber as perguntas por emails, pois, conforme o caso elas configuram minhas respostas em espaço três o que não é conveniente. Vamos conversando e quando estiver definido o número de perguntas eu enviarei meu endereço para vocês encaminharem o material via correio.
Comprei esta semana a revista American Scientific - Brasil - e traz um trabalho a respeito da disposição dos tijolos que constroem o espaço-tempo. Vale a pena dar uma olhada.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Análise do Experimento Anterior

A respeito do experimento anterior é possível fazer uma análise se não em toda sua extensão, mas pelo menos parcial.
O experimento segue a linha de outros experimentos em que me vejo projetado num plano estudando a questão da formação do espaço tempo para em seguida surgir a minha frente, números de combinação binária ou até alternados mostrando que se alguém conseguir decifrar esse enigma consegue entender essa questão. No entanto, ao voltar para o corpo físico o cérebro físico não consegue resolver a questão em tela.
Tudo indica que o experimento anterior segue no mesmo assunto. Entretanto, já é possível notar um progresso com surgimento de um ser extrafísico ditando acontecimentos futuros pelos quais passarão a Terra. Então, surge mais uma vez o evento que essas revelações são feitas no plano extrafísico e, mais uma vez, o cérebro físico não consegue reter tais acontecimentos que ocorrerão no futuro.
Bem sei que eles ocorrerão, mas certamente ficarão retidos em minha memória extrafísica do psicossoma, pois, não ocorreu que minha memória física resolvesse no momento do experimento a questão da transposição para o físico.
Acredito que meu cérebro físico conseguirá fazer que pelo menos alguns acontecimentos serão rememorados poucos dias ou horas antes de ocorrer, alguns tais como narro no meu livro “Experimentos Fora do Corpo”, ou mesmo outros acontecimentos que previamente não terei conhecimento.
O que é mais importante nessa questão toda não é o fato de eu saber com antecedência os acontecimentos, mas saber que está ocorrendo uma convergência da consciência humana e a ciência moderna em desvendar a questão do espaço tempo. E só isso já vale à pena considerar que tais experimentos têm sua validade.

Mensagens

Nesta noite, 29Dez2010, recupero a consciência em um plano em que estou andando com meu cachorro Sombra, indo em direção de um condomínio de pequenos prédios de até três andares.
Ao chegar num dos apartamentos sento a uma mesa e Sombra fica deitado no chão bem próximo de mim. Em seguida apanho uma caneta que está junto a algumas folhas de papéis sobre a mesa bem a minha frente.
Em seguida, eis que noto em outro cômodo do apartamento uma luz que começa a surgir do nada. Percebo claramente que se trata de algum ser que exterioriza aquela energia. A medida que o tempo vai passando, ela se torna mais firme e intensa. Ele sai de um dos cômodos, entra num corredor e antes de atingir a sala onde estou, noto que a energia se intensifica a cada metro percorrido pela criatura.
Empregando a vidência de aloscopia extrafísica para enxergar através dos corpos, percebi que a criatura não tinha mais que 1,30m de altura e seu corpo era muito delicado, apresentava leve contextura dos tecidos que formavam seu corpo. Vale dizer que ele não é do plano físico. Sua evolução já ultrapassou os limites do plano físico.
Antes adentrar na sala a criatura, formou um intenso campo impossibilitando que eu a enxergasse. Esse campo possuía em sua extremidade uma película que cobria meus olhos.
Percebendo que ele usava desse artifício para não ser visto, pensei em usar a vidência de aloscopia e assim, burlar sua forma de impedir que eu o visse. Fechei os olhos e comecei a provocar o estado de 4 ½ dimensão para transpor o bloqueio. Não deu certo. Ele continuava praticamente invisível para mim.
Foi então que, aproximando-se de mim, começou a ditar acontecimentos os quais a Terra sofrerá em sua extensão. São fenômenos atmosféricos, desastres e doenças. Eu anotava tudo, não deixava passar nada.
Ao terminar a mensagem ele disse:
- Você não poderá divulgar isso de forma alguma.
Então ele foi mudando sua freqüência energética até desaparecer da minha frente.
Apanhei o Sombra e comecei a fazer o caminho de volta para minha casa. Ao sair do imóvel surge na janela uma senhora e pergunta:
- O que está acontecendo aí?
- É o Vasco recebendo uma mensagem. Respondeu uma moça que também saía do prédio.
Assim que fiz a interiorização despertei no físico e olhei o relógio que marca 00h15min de hoje.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Nem Superman; Nem Mulher Maravilha

Quanto à questão de avançar mais ou aprofundar o tema precisamos considerar ainda certas situações para não cairmos na armadilha do erro da ilusão.
Eu poderia lançar aqui vários artigos a respeito de manifestações de consciências nos planos das formas ou mental. No entanto, não seria conveniente, pois, devido à própria questão da pressa tudo se tornou mais difícil de trabalhar.
No presente momento estou indo até o ano de 1988, quando surgiu o IIPC. Essa fusão a primeira vista parecia ser ideal ao estudo da consciência se manifestando fora do corpo humano. Entretanto, a maneira como foi exposta e praticada pelos professores que não mediram esforços para explicar essas ocorrências, resultou numa perda fantástica de prática do ato projetivo o que proporcionou uma distância abissal entre projetores e conscienciólogos. Isso sem contar com o exagerado número de neologismos os quais para se entender seria preciso fazer curso para se saber qual a linguagem que o instituto estava usando.
Falo isso porque sugeriram que eu fizesse tal curso. Achei graça. Como se isso fosse melhorar minha performance no plano extrafísico. Esse é apenas um dos detalhes que afastaram os projetores da entidade.
Vieram outros mais, tais como: “não acredite em nada do que é dito aqui. . .” isso sem dúvida alguma serve para a Conscienciologia visto que ela é uma disciplina exata. Não serve para Projeciologia que é humanas. Os projetores em seus pontos de vista acreditam uns nos outros, isso porque, eles sabem das convergências de experimentos que apontam para uma situação em comum vivida por eles no plano extrafísico. Um experimento que tem como premissa buscar resultados pode no início, começar de forma diferente, mas lá na frente se une ao relato dos demais projetores envolvidos no assunto.
Essa questão do “não acredite em nada” está de bom tamanho para alguém não ligado a projeção ou Projeciologia, não serve devido ao fato do cérebro do projetor estar formatado com outro programa não especifico para o que se busca na Conscienciologia. O projetor é um indicador de caminhos. E por mais experimente que seja sempre busca recurso em forças místicas. Não tem como fugir disso.
Outra questão é: “tenha seus próprios experimentos”, outra máxima da Conscienciologia. Mas, que também não serve para o projetor, pois, eles sempre buscam a comparação de seus experimentos para fazer a própria avaliação de seus experimentos. Então em muitas ocasiões comparar experimentos com outras pessoas para o projetor, tal atitude é saudável.
A projeção consciente é corporativa, não é desassociativa.
É importante também estudar a questão do duplo etérico. Saber por que ele vale tanto para o plano extrafísico a ponto de entidades do bem, sempre buscar energias para seus trabalhos em que armazenam em seus condensadores de energias carregados presos a cintura. Ou então, de entidades assediadoras que buscam as energias do duplo etérico de alguém para suas finalidades escusas.
É importante saber como em alguns casos o duplo etérico assume a forma humanóide de seu dono e se torna visível, tal como ocorria com Emilie Sagée, francesa, professora que em algumas vezes ao escrever no quadro negro, seu duplo se tornava visível aos alunos e copiava movimentos que ela fazia no quadro negro. Ou em algumas vezes quando se alimentava seu duplo surgiu atrás dela fazendo os mesmos movimentos. E mais ainda, em que eu certa vez vi o duplo de um colega de serviço ao lado dele fazendo os mesmos movimentos de mímica que seu dono fazia ao conversar comigo.
Será que por algumas vezes o duplo interfere na comunicação verbal da pessoa a ponto dela cometer gafes? Haverá aí justamente a interferência do duplo nessa questão em que muitas pessoas afirmam não se lembrar de ter falado determinadas coisas? Devido à característica de determinados duplos em assimilar e armazenas energias, ele consegue se sobrepor a pessoa deixando-a instável emocionalmente?
Todas as pessoas que tiveram seus duplos visíveis a seu lado ou que eu os vi imitando seu dono não se lembravam de dizer certas coisas que estavam falando naquele momento ou fazendo qualquer movimento. Eles apenas sentiam uma perda considerável de energia no momento da manifestação do duplo etérico.
Muito se tem falado a respeito da questão de enfermidades que surge no corpo humano tendo como origem pontos de conflito energético no duplo etérico. Isso é inquestionável. Mas, também não está a origem de certas interferências energéticas no corpo físico motivada pela ação do duplo etérico, principalmente na questão da consciência?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Estrutura do Espaço Tempo

Vez por outra recupero a consciência em um plano sem formas estudando a estrutura do espaço tempo do Universo.
Esse lugar aonde sempre vou é destituído de formas, quaisquer que seja. A única forma que se apresenta para mim é uma estrutura de vários tijolos montados um em cima do outro como se fosse um muro com 2mt de altura por 3mt de comprimento. Forma essa sem reboco para facilitar minhas observações.
Fico olhando para a estrutura durante vários minutos. No meu íntimo sei que entendo como funciona essa questão da estrutura do espaço tempo, mas quando trago ou tento trazer para o cérebro físico não consigo rememorar de como se forma essa estrutura.
Após ficar estudando essa questão, logo em seguida, surge a minha frente uma sequência enorme de número que sugere ser a equação resolvida da estrutura do espaço tempo. Mais uma vez me deparo com a questão de rememoração.
Acredito que esse pode ser um de meus trabalhos em minha próxima vida, ou seja, tentar resolver essa questão estrutural de como se comporta o Universo.
Já dei o primeiro passo, trata-se da questão das bandas naturais e invertidas que fluem no espaço. Isso já estou abordando no meu livro “Universo Fractal”.