Esta semana tive uma projeção que em alguns aspectos se diferencia das demais.
Antes devo dizer que minha consciência superior desde algum tempo vem mostrando para mim a independência que possui em relação ao ser que ela representa. Sendo assim, surge a questão: será que as pessoas ao estudar estados evolutivos de consciência não estão avaliando seus valores? Será que o que se aprende em cursos de evolução é correto no sentido evolutivo?
Já disse aqui algumas vezes que existe furo no que se conhece como Conscienciologia, pois, ela se baseia em dados ou pormenores supostamente pensados por uma mente intrafísica que não participou dos devidos experimentos que se exige para esse fim, ou seja, o estudo real da consciência superior. E assim a obra fica no vazio, inócua.
No experimento realizado esta semana recupero a rememoração num tempo espaço diferenciado daquele que costumo trafegar. Eu estava em algo, para não dizer local, pois, não se conhece aquele ambiente como em que estava ocupando meu corpo mental. Eu observava o que acontecia e mantinha calma absoluta e dominava com tranqüilidade a situação. Talvez por te la vivido muitas vezes. Mas, estava mesmo muito calmo.
O ambiente era escuro. E eu de corpo mental e estando um pouco mais acima do que ocorria no evento, observava a minha esquerda o falecimento de meu corpo físico. Ele não dispunha mais de movimentos e à medida que desfalecia, outro corpo ia se formando a minha direita, não de imediato, mas adquirindo formato de corpo de células altamente energizadas que transpunham o plano físico e iam se aglomerando no corpo luminoso.
Milhões de células migravam de um corpo para outro. Do interior delas surgiram luzes que eram na verdade manifestações de uma energia mais apurada.
Interressante dizer também que a consciência, ou seja, a minha consciência não se fragmentava nessas divisões. Para cada célula havia a consciência total indivisível.
Assistindo essa subdivisão de corpos, ou seja, a minha morte, notei que minha consciência superior acompanhava tudo apresentando um estado pleno contemplativo.
Mesmo assistindo a tudo isso “eu” me mantinha calmo. Talvez por haver passado inúmeras vezes por esse estado e nunca ter podido narrar ao grande público e agora devido à facilidade dos meios de comunicação está sendo possível narrar tudo isso.
Livros Escritos
domingo, 23 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Banda Natural e Invertida
Recupero a consciência num plano que eu andava numa natural. Na outra banda invertida navegava outro “eu” andando para trás.
No experimento havia outro “eu” de corpo mental observando os movimentos de meus clones de psicossoma. Logicamente minha consciência estava localizada no corpo mental. Caso não fosse assim eu não teria condições de tirar essas conclusões.
Percebia também que a base das bandas naturais e invertidas parece com esteiras de escada rolante. Observando e procurando guardar a maior quantidade de informações do referido experimento, foi possível notar que milhões de pequenos filamentos de energias todos agrupados em cada um deles compunham as esteiras das bandas.
Este é mais um dado que pretendo estudar minuciosamente tendo em vista que no meu livro “Universo Fractal” falo das referidas bandas.
No experimento havia outro “eu” de corpo mental observando os movimentos de meus clones de psicossoma. Logicamente minha consciência estava localizada no corpo mental. Caso não fosse assim eu não teria condições de tirar essas conclusões.
Percebia também que a base das bandas naturais e invertidas parece com esteiras de escada rolante. Observando e procurando guardar a maior quantidade de informações do referido experimento, foi possível notar que milhões de pequenos filamentos de energias todos agrupados em cada um deles compunham as esteiras das bandas.
Este é mais um dado que pretendo estudar minuciosamente tendo em vista que no meu livro “Universo Fractal” falo das referidas bandas.
domingo, 16 de outubro de 2011
Perguntas do Felipe
Resp. Não sei dizer se isso está dentro do planejamento intermissivo dele. A verdade é que o CEAEC foi uma feliz escolha por parte deles. Já disse isso aqui e no meu livro Gaia. O CEAEC deve funcionar como um centro de pesquisa avançada. Algo nos moldes de pós graduação e similares.
Infelizmente não é isso que acontece, pois, o Waldo fica de lá atirando coisas que não tem serventia alguma as pessoas aqui de fora e aos sistemas. É por isso que eu o combato. Quem se isola do mundo e monta seu próprio sistema deve se limitar a isso e não ficar bancando o papa atirando pedras nas pessoas que aqui fora lutam contra essa vida atribulada que se tem aqui.
O tempo dele no espiritismo havia chegado ao fim, pois, nossa turma estava chegando para o trabalho. Caso ficasse no espiritismo ele perderia o bonde da programação.
O trabalho seguiu normalmente até a publicação do Projeciologia. Depois tomou outro rumo.
Não houve interferência de entidades do nível II ou III, após a publicação do Projeciologia. A verdade é que ele ao realizar o grande sonho da vida deixou que o sucesso subisse a cabeça. E deu no que deu.
Enquanto ele girava em seus delírios na faixa dos 20 a 30% era possível segurar as pontas. Depois a situação ficou incontrolável.
No início de nossas reuniões em São Paulo, detectei dois detalhes bastante significativos: um deles foi quando ele apresentou um trabalho fazendo comparações de Francisco de Assis com Einstein. Nesse trabalho ele concluiu que o cientista foi mais longe que o religioso. Ora, fazer uma comparação dessas é a mesma coisa que comparar água com óleo. O correto é justamente comparar Einstein e Newton, Francisco de Assis com Agostinho de Tagaste.
Sugeriu na época que a ciência vai mais a fundo que a religião. Mas, na sequência ele zombava dizendo e rindo que Francisco de Assis era Cristólatra e Jesus Cristo adorava o Pai. E mais, também ria de uma passagem Bíblica que Jesus diz que ninguém vai ao Pai sem passar por ele.
Após algumas reuniões depois dessa ele disse que nada pegava nele. Isto é, está imune a assédios de qualquer natureza. Iniciava assim sua longa e interminável caminhada aos absurdos que diz julgando-se o supra sumo da evolução humana.
E daí pra frente as coisas foram se avolumando cada vez mais até chegar o momento magnífico da publicação do Projeciologia. Após a publicação do livro cada um de nós foi fazer seu próprio trabalho.
Infelizmente não é isso que acontece, pois, o Waldo fica de lá atirando coisas que não tem serventia alguma as pessoas aqui de fora e aos sistemas. É por isso que eu o combato. Quem se isola do mundo e monta seu próprio sistema deve se limitar a isso e não ficar bancando o papa atirando pedras nas pessoas que aqui fora lutam contra essa vida atribulada que se tem aqui.
O tempo dele no espiritismo havia chegado ao fim, pois, nossa turma estava chegando para o trabalho. Caso ficasse no espiritismo ele perderia o bonde da programação.
O trabalho seguiu normalmente até a publicação do Projeciologia. Depois tomou outro rumo.
Não houve interferência de entidades do nível II ou III, após a publicação do Projeciologia. A verdade é que ele ao realizar o grande sonho da vida deixou que o sucesso subisse a cabeça. E deu no que deu.
Enquanto ele girava em seus delírios na faixa dos 20 a 30% era possível segurar as pontas. Depois a situação ficou incontrolável.
No início de nossas reuniões em São Paulo, detectei dois detalhes bastante significativos: um deles foi quando ele apresentou um trabalho fazendo comparações de Francisco de Assis com Einstein. Nesse trabalho ele concluiu que o cientista foi mais longe que o religioso. Ora, fazer uma comparação dessas é a mesma coisa que comparar água com óleo. O correto é justamente comparar Einstein e Newton, Francisco de Assis com Agostinho de Tagaste.
Sugeriu na época que a ciência vai mais a fundo que a religião. Mas, na sequência ele zombava dizendo e rindo que Francisco de Assis era Cristólatra e Jesus Cristo adorava o Pai. E mais, também ria de uma passagem Bíblica que Jesus diz que ninguém vai ao Pai sem passar por ele.
Após algumas reuniões depois dessa ele disse que nada pegava nele. Isto é, está imune a assédios de qualquer natureza. Iniciava assim sua longa e interminável caminhada aos absurdos que diz julgando-se o supra sumo da evolução humana.
E daí pra frente as coisas foram se avolumando cada vez mais até chegar o momento magnífico da publicação do Projeciologia. Após a publicação do livro cada um de nós foi fazer seu próprio trabalho.
Aos Amigos do Blog
Felipe disse:
“só não será convocado para novas missões, mas isso é apenas da sua conta, pois não trabalha em uma ordem e é independente”
Caro colega: o que acontece é que de uma forma ou de outra estou abrindo a perspectiva de uma nova ordem no sentido de entendimento quanto a essa questão de missões envolvendo médiuns ou paranormais.
Normalmente o que vemos até então, é o médium ou paranormal pedindo pelo amor de Deus para ser atendido em novos trabalhos e aceitando o que os espíritos ou consciências extrafísicas lhe impõem. Isso para não perder o bonde da evolução e assim arriscam a qualquer custo novos trabalhos colocando em risco sua capacidade de realizar ou não novas tarefas. E no decorrer da vida intrafísica se perdem nos emaranhados e acabam ficando a ver navios, totalmente perdidos. Perdem seus trabalhos, famílias e tudo que lhes pode ser de maior valia.
Comigo o sistema gira em outro sentido. Ainda estando no período intermissivo costumo checar com aqueles que patrocinam novas ações no ambiente terrestre a finalidade da missão, sua importância, e os prós e contras do que vou realizar. Não entro em missões nebulosas e de fácil “realização”, coisa fácil é perigosa demais. Costumo ver antes a receptividade da humanidade no que diz respeito à nova ordem a ser implantada.
Gosto de saber da idoneidade dos grupos com quem vou trabalhar. Os propósitos que embora influenciem em muito, quando realizados no plano intrafísico, mudam a todo o momento. Aí entra meu jogo de cintura em que vejo que o trabalho girando em torno de 20 a 30% negativo ainda vale o investimento. Daí pra frente é caso de se pensar se continuo ou não, isso de corpo presente, pois, mentalmente vou até minha morte. Exemplo: Projeciologia e Conscienciologia.
Um dos trabalhos que era para me agregar ao grupo foi com a turma da Teosofia. Certa vez estando projetado e participando de uma reunião no plano extrafísico, Annie Besant disse que era para eu ter feito parte do grupo deles, mas que tive que ser deslocado para outra missão. Isso sem dúvida alguma é prova da minha independência quanto a trabalhar ou não com determinados grupos.
Quem organiza o sistema de minhas vidas intrafísicas é uma entidade de corpo mental que vive no plano mental puro. Essa entidade se autodenomina como sendo minha mãe, embora também tenha outra mãe que veio comigo quando do advento do Egito. Ela se manifesta mais de psicossoma e sempre acompanhada de lanceiros. Essa entidade é a que reorganiza minhas vidas intrafísicas no que diz respeito às missões determinadas pela entidade de corpo mental. Tanto que assim que deixar definitivamente este mundo vou acompanha la para ter breve vida naquele sistema. O objetivo é aprender mais de perto a evolução da mulher naquele planeta e depois aplicar quando vier novamente em nova vida intrafísica.
Para a próxima vida intrafísica deverei nascer numa família pacifica nos Estados Unidos. A cidade já está escolhida. Meus pais ainda se encontram no mundo extrafísico. Já vieram me visitar há duas décadas. Eles se conhecerão na faculdade e serão biólogos. Meu avô já está no mundo físico. É um Serenão e me passará tudo que preciso para fazer meu trabalho.
Serei diplomata de carreira na ONU e lutarei pela valorização da mulher, principalmente a mulher árabe. E correrei o risco de ser assassinado segundo um Amparador que me visitou há 15 anos. Minha parceira também já está escolhida, visto que ela terá que ter boa dose de compreensão e entendimento, pois, poderá perder o marido a qualquer momento. Ela vive no mundo intrafísico e quando de sua morte ainda neste plano, receberá o devido tratamento das entidades para ser o mais compreensiva para com a situação caso ela se confirme.
Então, esse é o mundo que vivo de idas e vindas.
De acordo com a conclusão de cada etapa de meu trabalho no mundo físico posso ir trazendo para mim a companhia de familiares tais como filhos e netos e postular missões que mais me agrada. Ter vida mais tranqüila.
“só não será convocado para novas missões, mas isso é apenas da sua conta, pois não trabalha em uma ordem e é independente”
Caro colega: o que acontece é que de uma forma ou de outra estou abrindo a perspectiva de uma nova ordem no sentido de entendimento quanto a essa questão de missões envolvendo médiuns ou paranormais.
Normalmente o que vemos até então, é o médium ou paranormal pedindo pelo amor de Deus para ser atendido em novos trabalhos e aceitando o que os espíritos ou consciências extrafísicas lhe impõem. Isso para não perder o bonde da evolução e assim arriscam a qualquer custo novos trabalhos colocando em risco sua capacidade de realizar ou não novas tarefas. E no decorrer da vida intrafísica se perdem nos emaranhados e acabam ficando a ver navios, totalmente perdidos. Perdem seus trabalhos, famílias e tudo que lhes pode ser de maior valia.
Comigo o sistema gira em outro sentido. Ainda estando no período intermissivo costumo checar com aqueles que patrocinam novas ações no ambiente terrestre a finalidade da missão, sua importância, e os prós e contras do que vou realizar. Não entro em missões nebulosas e de fácil “realização”, coisa fácil é perigosa demais. Costumo ver antes a receptividade da humanidade no que diz respeito à nova ordem a ser implantada.
Gosto de saber da idoneidade dos grupos com quem vou trabalhar. Os propósitos que embora influenciem em muito, quando realizados no plano intrafísico, mudam a todo o momento. Aí entra meu jogo de cintura em que vejo que o trabalho girando em torno de 20 a 30% negativo ainda vale o investimento. Daí pra frente é caso de se pensar se continuo ou não, isso de corpo presente, pois, mentalmente vou até minha morte. Exemplo: Projeciologia e Conscienciologia.
Um dos trabalhos que era para me agregar ao grupo foi com a turma da Teosofia. Certa vez estando projetado e participando de uma reunião no plano extrafísico, Annie Besant disse que era para eu ter feito parte do grupo deles, mas que tive que ser deslocado para outra missão. Isso sem dúvida alguma é prova da minha independência quanto a trabalhar ou não com determinados grupos.
Quem organiza o sistema de minhas vidas intrafísicas é uma entidade de corpo mental que vive no plano mental puro. Essa entidade se autodenomina como sendo minha mãe, embora também tenha outra mãe que veio comigo quando do advento do Egito. Ela se manifesta mais de psicossoma e sempre acompanhada de lanceiros. Essa entidade é a que reorganiza minhas vidas intrafísicas no que diz respeito às missões determinadas pela entidade de corpo mental. Tanto que assim que deixar definitivamente este mundo vou acompanha la para ter breve vida naquele sistema. O objetivo é aprender mais de perto a evolução da mulher naquele planeta e depois aplicar quando vier novamente em nova vida intrafísica.
Para a próxima vida intrafísica deverei nascer numa família pacifica nos Estados Unidos. A cidade já está escolhida. Meus pais ainda se encontram no mundo extrafísico. Já vieram me visitar há duas décadas. Eles se conhecerão na faculdade e serão biólogos. Meu avô já está no mundo físico. É um Serenão e me passará tudo que preciso para fazer meu trabalho.
Serei diplomata de carreira na ONU e lutarei pela valorização da mulher, principalmente a mulher árabe. E correrei o risco de ser assassinado segundo um Amparador que me visitou há 15 anos. Minha parceira também já está escolhida, visto que ela terá que ter boa dose de compreensão e entendimento, pois, poderá perder o marido a qualquer momento. Ela vive no mundo intrafísico e quando de sua morte ainda neste plano, receberá o devido tratamento das entidades para ser o mais compreensiva para com a situação caso ela se confirme.
Então, esse é o mundo que vivo de idas e vindas.
De acordo com a conclusão de cada etapa de meu trabalho no mundo físico posso ir trazendo para mim a companhia de familiares tais como filhos e netos e postular missões que mais me agrada. Ter vida mais tranqüila.
sábado, 15 de outubro de 2011
Descanso
São 21h50min e vou dormir.
Sinto que vou trabalhar de madrugada. Hoje resisti o dia todo a fazer qualquer artigo. E se escrevesse não sairia bom. Mas, nesta madrugada tudo vai fluir e aí não vou conseguir segurar.
Tenho que responder algumas perguntas do Felipe.
Já fiz meu passeio pelo Facebook e vi algumas fotos.
E aqui vai meu abraço as educadoras. Vi uma referência numa página de uma moça cumprimentando as educadoras. Ela escreveu um trecho de Cora Coralina. Tenho um problema que é guardar dadas e nome das pessoas.
Até mais.
Sinto que vou trabalhar de madrugada. Hoje resisti o dia todo a fazer qualquer artigo. E se escrevesse não sairia bom. Mas, nesta madrugada tudo vai fluir e aí não vou conseguir segurar.
Tenho que responder algumas perguntas do Felipe.
Já fiz meu passeio pelo Facebook e vi algumas fotos.
E aqui vai meu abraço as educadoras. Vi uma referência numa página de uma moça cumprimentando as educadoras. Ela escreveu um trecho de Cora Coralina. Tenho um problema que é guardar dadas e nome das pessoas.
Até mais.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Propostas
Felipe.
Logo respondo tuas perguntas.
Tem um colega aqui que pediu para eu falar alguma coisa a respeito de programas de vidas intrafísicas. Faz algum tempo isso.
Pensei durante esta semana toda e não tem como eu escrever somente um artigo. Isso é assunto para um livro inteiro.
Quando terminar o Junos e Universo Fractal, começarei a escrever esse livro. A rigor o que fala André Luiz é aquilo mesmo. No entanto, ele se refere a programas de residentes no Nosso Lar. Agora, escrevendo um livro tenho que entrar no mérito de vários segmentos de programas intrafísicos seja do Ocidente e também do Oriente. E também das organizações ocultas que planejam e monitoram essas vindas grupais.
Foi por essa razão que optei por escrever um livro.
Agradeço de coração ao amigo e colega que sugeriu tal artigo.
Logo respondo tuas perguntas.
Tem um colega aqui que pediu para eu falar alguma coisa a respeito de programas de vidas intrafísicas. Faz algum tempo isso.
Pensei durante esta semana toda e não tem como eu escrever somente um artigo. Isso é assunto para um livro inteiro.
Quando terminar o Junos e Universo Fractal, começarei a escrever esse livro. A rigor o que fala André Luiz é aquilo mesmo. No entanto, ele se refere a programas de residentes no Nosso Lar. Agora, escrevendo um livro tenho que entrar no mérito de vários segmentos de programas intrafísicos seja do Ocidente e também do Oriente. E também das organizações ocultas que planejam e monitoram essas vindas grupais.
Foi por essa razão que optei por escrever um livro.
Agradeço de coração ao amigo e colega que sugeriu tal artigo.
Eternidade
Deve ser bonito a pessoa passar para a eternidade cantando o amor para a pessoa que ama.
Construir um Taj Mahal em homenagem a ela. Deve ser bonito isso.
Melhor que ficar estudando projeção consciente e estados de evolução.
Que m. . .
Construir um Taj Mahal em homenagem a ela. Deve ser bonito isso.
Melhor que ficar estudando projeção consciente e estados de evolução.
Que m. . .
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